Conheça a bicampeã de Barretos que divide a paixão pelos Três Tambores com o sonho da MedicinaO que é o ciclo estral das éguas O ciclo estral é o intervalo entre ovulações, composto por diversas fases que preparam a égua para a reprodução. A duração média é de 22 a 25 dias, influenciada por fatores como fotoperíodo, nutrição e manejo ambiental. A regulação hormonal, envolvendo GnRH, LH, FSH e estrogênio, é crucial para a receptividade da fêmea. window._taboola = window._taboola || []; _taboola.push({mode:'thumbnails-mid', container:'taboola-mid-article-thumbnails', placement:'Mid Article Thumbnails', target_type: 'mix'});Fases do ciclo estral
Ciclo estral das éguas: como identificar os sinais do comportamento reprodutivo
Observar e compreender o ciclo estral das éguas é uma prática estratégica que influencia diretamente a produtividade, a qualidade genética e a lucratividade do plantel
Observar e compreender o ciclo estral das éguas é uma prática estratégica que influencia diretamente a produtividade, a qualidade genética e a lucratividade do plantel Na equinocultura moderna, entender o ciclo estral das éguas é mais do que uma necessidade técnica, é uma estratégia de negócio. Com o crescimento do rebanho equino no Brasil, que atingiu 5.962.126 milhões de cabeças em 2020, e a crescente demanda por genética de qualidade, a eficiência reprodutiva tornou-se um diferencial competitivo. A precisão na identificação do momento ideal para inseminação pode significar aumento na taxa de prenhez e, consequentemente, maior retorno econômico. Clique aqui para seguir o canal do CompreRural no Whatsapp
Proestro: maturação dos folículos e início das alterações comportamentais. Estro (cio): ovulação e receptividade máxima, momento ideal para monta ou inseminação. Metaestro: fase intermediária, transição para luteogênese. Diestro: aumento da progesterona; se houve fertilização, inicia-se a gestação. Anestro: ausência de ovulação; pode ser temporário ou verdadeiro, quando a atividade ovariana termina. Sinais clínicos do comportamento reprodutivo Observar as mudanças comportamentais é essencial para identificar a fase do ciclo estral: Vulva inchada e clitóris móvel. Olhos mais brilhantes e alerta. Poliúria. Relinchos frequentes para atrair garanhões. Cauda erguida. Éguas mais velhas tendem a dominar o plantel, o que pode dificultar o acesso de fêmeas mais jovens à monta natural. Nesse contexto, técnicas como inseminação artificial e transferência de embriões se tornam ferramentas estratégicas para otimizar a reprodução e contornar limitações naturais do plantel. Influência de fatores externos O ciclo estral não depende apenas da fisiologia da égua: nutrição adequada, temperatura, manejo sanitário e predominância de luz solar impactam diretamente na eficiência reprodutiva. Ajustes nesses fatores podem aumentar significativamente a taxa de concepção. Identificação precisa do ciclo estral Além da observação comportamental, o acompanhamento técnico é fundamental: Ultrassom modo B: permite avaliar o desenvolvimento dos folículos e a morfologia do trato reprodutivo. Doppler: avalia a vascularização do útero e ovários, importante para a seleção do momento ideal da inseminação. Palpação retal: exame físico complementar que fornece dados essenciais sobre o estado reprodutivo. O uso combinado dessas técnicas garante altas taxas de prenhez, otimizando a reprodução e reduzindo perdas.
Boas práticas de manejo reprodutivo Registrar diariamente sinais comportamentais. Ajustar alimentação, controle sanitário e conforto ambiental. Planejar inseminações ou monta natural considerando o pico de receptividade (estro). Integrar observação, ultrassonografia e palpação para decisões precisas. Conclusão Observar e compreender o ciclo estral das éguas é muito mais do que um cuidado técnico: é uma prática estratégica que influencia diretamente a produtividade, a qualidade genética e a lucratividade do plantel. Cada detalhe, desde o comportamento até a avaliação hormonal, faz diferença para o sucesso da reprodução equina. Observar e compreender o ciclo estral das éguas é muito mais do que um cuidado técnico: é uma prática estratégica que influencia diretamente a produtividade, a qualidade genética e a lucratividade do plantel. Cada detalhe, desde o comportamento até a avaliação hormonal, faz diferença para o sucesso da reprodução equina.
Invista no monitoramento rigoroso do ciclo estral e utilize as tecnologias disponíveis, como ultrassom e inseminação artificial, para garantir gestações saudáveis e aproveitamento máximo do potencial reprodutivo do seu plantel. Escrito por Compre Rural VEJA MAIS:
Conheça a bicampeã de Barretos que divide a paixão pelos Três Tambores com o sonho da Medicina Geraldinho, o mineiro que virou símbolo de tradição e paixão no rodeio brasileiro ℹ️ Conteúdo publicado pela estagiária Ana Gusmão sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira Quer ficar por dentro do agronegócio brasileiro e receber as principais notícias do setor em primeira mão? Para isso é só entrar em nosso grupo do WhatsApp (clique aqui) ou Telegram (clique aqui). Você também pode assinar nosso feed pelo Google Notícias
Por: Redação