
– Comercialização com rastreabilidade e origem controlada
– Inovação tecnológica e pesquisa aplicada
– Empreendedorismo cooperativo e governança de território
– Turismo de experiência e cultura de origem
– Educação e formação de futuras gerações
– Bem-estar e prosperidade como valor emergente Esta transição posiciona a RCM ao lado de iniciativas territoriais de referência global, transformando a origem em Soft Power. Três princípios. Um movimento Transcender fronteiras A RCM não exporta apenas café. Exporta um modelo. Um modo de pensar e agir. Laboratório vivo que integra empreendedorismo, inovação e regeneração, a região projeta-se como referência global, não apenas de origem, mas de visão estratégica para o agro e para a cafeicultura mundial. Autenticidade e cultura de região Com 4.500 produtores em 55 municípios, a RCM não é um produto. É uma comunidade. A nova marca territorial aprofunda o senso de pertencimento e identidade, conectando gerações, fortalecendo cooperativas e criando uma cultura de origem controlada que agrega valor em toda a cadeia, do campo à xícara, da fazenda ao investidor. Visão regenerativa Mais do que preservar, regenerar é transformar. A RCM já é a região com a maior área de cafeicultura regenerativa certificada do Brasil. Agora, institucionaliza essa vanguarda como pilar estratégico e diferenciador de marca, posicionando-se como a primeira origem de café do mundo a adotar a regeneração como visão de desenvolvimento dos negócios e do território, não apenas como técnica agrícola. “Fomos a primeira origem certificada do Brasil. Fomos pioneiros na Denominação de Origem, no cooperativismo de alta performance, na cafeicultura regenerativa. Agora damos o próximo passo: construir uma marca territorial que seja reconhecida mundialmente não apenas pela qualidade do nosso café, mas pela força do nosso propósito. O Cerrado Mineiro é um movimento. E este movimento traz desenvolvimento e prosperidade para um todo”, explica Gláucio de Castro, presidente da Federação dos Cafeicultores do Cerrado.

– 255 mil hectares de lavouras, 12,7% da produção brasileira de café
– 6 milhões de sacas produzidas anualmente
– Cafés exportados para mais de 30 países, em todos os continentes
– 1ª Denominação de Origem de cafés do Brasil (2013)
– 1ª certificação ISO 9001 do mundo para uma região cafeeira
– 1ª fazenda de café com certificação regenerativa do mundo (Regenagri – Control Union, 2022)
– Maior área de cafeicultura regenerativa certificada do Brasil (quase 30 mil hectares)
– Crescimento de 160% na certificação de origem em 2024
– Parceria com a illy caffè desde 2023, sendo o primeiro café comercializado com selo regenerativo, em escala global. Um convite à colaboração e ao investimento A nova estratégia de marca territorial da RCM é, acima de tudo, um convite. Um convite a cooperativas e produtores que queiram fortalecer sua identidade dentro de um ecossistema maior. Um convite a parceiros estratégicos do agro à tecnologia, da pesquisa ao mercado financeiro, que queiram cocriar o futuro da cafeicultura regenerativa. Um convite a governos e lideranças que queiram apostar em um território que já provou ser capaz de inventar o novo. Assim como o Cerrado Mineiro desafiou a tradição e se transformou na última fronteira da cafeicultura moderna mundial, a marca territorial Região do Cerrado Mineiro agora desafia os limites do que uma origem produtora pode ser, e convida o mundo a fazer parte deste movimento. “A Região do Cerrado Mineiro, mais uma vez, demonstra seu posicionamento de vanguarda. Com uma iniciativa ousada, bem estruturada e cuidadosamente coordenada, o território impulsiona não apenas o desenvolvimento da cafeicultura, mas também o fortalecimento de diversos setores que movimentam sua economia e ampliam oportunidades para produtores, empresas e comunidades locais. Uma região que constrói o futuro, antecipa tendências, gera valor e consolida um modelo de desenvolvimento que combina competitividade, identidade territorial e prosperidade compartilhada. Para o Sebrae Minas, é motivo de grande orgulho apoiar e caminhar ao lado desse movimento, que se tornou referência de pioneirismo, inovação e liderança para todo o agronegócio brasileiro”, conclui Marcelo de Souza e Silva, presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae Minas. VEJA TAMBÉM:





