• Terça-feira, 17 de março de 2026

Com múltiplas aplicações industriais, mamona vive novo ciclo no Brasil

A safra de mamona 2026 promete alta rentabilidade e benefícios para o solo. Conheça as vantagens da cultura para rotação, resistência à seca e diversificação da renda.

A safra de mamona 2026 promete alta rentabilidade e benefícios para o solo. Conheça as vantagens da cultura para rotação, resistência à seca e diversificação da renda A safra brasileira de mamona (Ricinus communis) deve atingir novos patamares em 2026, impulsionada pela alta demanda do setor produtivo e pelos avanços tecnológicos na produção de biocombustíveis, segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Ao mesmo tempo, o desenvolvimento da ricinoquímica ampliou as aplicações industriais do óleo, aumentando o interesse de produtores, exportadores e da indústria, o que fortalece a cadeia produtiva e torna a comercialização mais atrativa e rentável. “A mamona está ganhando força no agro brasileiro. Para o produtor que busca uma alternativa rentável e ao mesmo tempo sustentável, a sua adoção é um sinal positivo de que vale a pena olhar com mais atenção para a cultura”, destaca Igor Borges, líder de sustentabilidade da ORÍGEO.
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    Além da importância econômica, a mamona se destaca pelos benefícios agronômicos. “Por ter um sistema radicular profundo, a planta contribui para a descompactação do solo, melhora a infiltração de água e favorece o aproveitamento de nutrientes em camadas mais profundas. Essa característica torna a cultura uma opção em sistemas de rotação de culturas, promovendo maior equilíbrio e saúde do solo, além de ser uma alternativa como prática de Agricultura Regenerativa”, explica Igor. window._taboola = window._taboola || []; _taboola.push({mode:'thumbnails-mid', container:'taboola-mid-article-thumbnails', placement:'Mid Article Thumbnails', target_type: 'mix'});Outro diferencial é a resistência da planta e sua capacidade de adaptação a diferentes condições climáticas, como em regiões com menos chuvas. Essa resistência aumenta as possibilidades de cultivo, contribui para a diversificação agrícola e reduz riscos associados à dependência de uma única cultura.Diversificar é uma das principais formas de proteger a renda do produtor. A mamona se encaixa muito bem porque une adaptação, mercado e benefícios ambientais. É uma cultura que conversa com sustentabilidade e com viabilidade econômica”, destaca o especialista da ORÍGEO. Para Igor, investir em culturas como a mamona significa apostar em um modelo de agricultura regenerativa, que conta com produtividade e responsabilidade ambiental. “Quando falamos em futuro do agro, falamos em sistemas mais resilientes, solos mais vivos e produtores mais preparados. A mamona é um exemplo claro de que é possível produzir bem e, ao mesmo tempo, cuidar do solo e do entorno.” Sobre a ORÍGEOFundada em 2022, ORÍGEO é uma joint venture de Bunge e UPL e está comprometida com o produtor e o seu legado na terra, oferecendo um conjunto de soluções sustentáveis e técnicas de gestão – antes e depois da porteira. A empresa fornece soluções de ponta a ponta para grandes agricultores de Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Piauí, Rondônia e Tocantins, valendo-se do conhecimento de equipes técnicas altamente qualificadas, com foco em aumento de produtividade, rentabilidade e sustentabilidade. Para mais informações, acesse origeo.com VEJA MAIS:
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  • ℹ️ Conteúdo publicado pela estagiária Ana Gusmão sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira Quer ficar por dentro do agronegócio brasileiro e receber as principais notícias do setor em primeira mão? Para isso é só entrar em nosso grupo do WhatsApp (clique aqui) ou Telegram (clique aqui). Você também pode assinar nosso feed pelo Google Notícias
    Por: Redação

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