Avaliar o preço de uma ação é descobrir se ela está sendo negociada por um valor justo (barata) ou acima dele (cara). Indicadores fundamentalistas e métodos de “valuation” costumam ser usados para analisar ativos financeiros.
Não basta olhar para o preço unitário do papel, já que é preciso compará-lo com o valor real e os resultados gerados pela empresa para saber se o preço realmente vale a pena.
Quando uma empresa se lança na Bolsa ela define a cotação inicial de negociação das suas ações pelo IPO (Initial Public Offering). Isto é baseado no valor do capital social da empresa, no benchmark (uma métrica de sucesso) do setor, e em pesquisas com investidores.
A partir daí, outros fatores influenciam a cotação, assim como a variação dela ao longo do tempo:
A demanda normalmente é a principal característica, já que a tendência é que o preço do ativo suba quando há mais pessoas buscando ações daquela empresa.
Saber se uma ação está cara ou barata exige uma análise criteriosa do desempenho da empresa e dos indicadores financeiros que influenciam os preços dos ativos:
Além dos indicadores, é fundamental analisar o histórico de desempenho da empresa, sua posição no mercado, concorrência, perspectivas futuras e aspectos macroeconômicos que podem influenciá-la.
Para identificar se uma ação é barata ou cara, e se vale a pena investir nela, é possível utilizar ferramentas e plataformas que auxiliam na análise delas e no seu desempenho ao longo do tempo. Além disso, estudar as melhores práticas do mercado te ajudam a entender como ele funciona.
No caso do Inter, por exemplo, você encontra opções de aplicação com base em tipos de investimento, acompanhamento da carteira em tempo real, especialista exclusivo para clientes e até cashback, dependendo do seu tipo de conta. Ferramentas como Home Broker, Tryd Trader e Profit também estão disponíveis.





