• Segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Veja todas as fotos de Maduro preso e as roupas usadas por ele

Presidente foi capturado por tropas norte-americanas no sábado (3.jan); ele foi levado por via aérea aos EUA.

O presidente Nicolás Maduro (PSUV, esquerda) usou 3 roupas diferentes ao ser capturado na Venezuela e levado aos Estados Unidos no sábado (3.jan.2026). A 1ª imagem do venezuelano foi divulgada pelo presidente norte-americano Donald Trump (Partido Republicano) na rede social Truth Social horas depois da captura. 

Depois, imagens do presidente escoltado por agentes da DEA (Drug Enforcement Administration, ou Agência Antidrogas dos Estados Unidos) ao chegar a Nova York e no centro de detenção onde ficará também foram publicadas. Ele está algemado nas 3 imagens.

Veja: 

O conjunto que Maduro usou é o Nike Tech Fleece de cor cinza. No Brasil, a jaqueta é vendida no site da marca por R$ 949,99. A calça custa R$ 759,99. As buscas pelo termo “Nike Tech Fleece” dispararam no Google ao longo do sábado (3.jan). Segundo o Google Trends, o número de pesquisas saltou de 11 por volta das 8h44 do sábado (3.jan) para 100 às 21h32 (horário de Brasília), um aumento equivalente a 809%.

Já a camisa azul é o modelo RTX Azul Patriota da marca Origin. A camisa custa US$ 79 (cerca de R$ 428) e estará disponível para entrega a partir de fevereiro. No X, a marca publicou a imagem de Maduro com a peça. 

Abaixo, a imagem de Maduro chegando ao centro de detenção.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), anunciou neste sábado (3.jan.2026), em seu perfil na rede Truth Social, que o país realizou uma operação militar contra a Venezuela e capturou o presidente Nicolás Maduro (PSUV, esquerda) e a primeira-dama Cilia Flores.

O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, afirmou que Trump ordenou a captura de Maduro na noite da 6ª feira (2.jan.2026). A operação foi realizada na madrugada deste sábado (3.jan). Houve também ataques a 4 alvos no país com 150 caças e bombardeios, que decolaram de diferentes pontos e neutralizaram sistemas de defesa aérea venezuelanos.

Helicópteros militares dos EUA transportaram tropas para Caracas, capital venezuelana para capturar Maduro. A missão durou cerca de duas horas e 20 minutos.

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Há questionamentos quanto ao fato de os EUA fazerem uma operação militar em outro país sem aprovação do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas). Trump diz que isso é desnecessário.

Mas também há dúvidas sobre o descumprimento de leis dos EUA. A operação deveria ter sido previamente aprovada pelo Congresso dos EUA. O secretário de Estado, Marco Rubio, declarou que não foi possível comunicar os congressistas com antecedência.

É incerto se houve mortos e feridos na ação. Até a publicação desta reportagem, autoridades venezuelanas não haviam divulgado números, mas afirmaram que civis morreram durante a operação. Segundo o jornal New York Times, ao menos 40 pessoas foram mortas.

Um oficial norte-americano disse que não houve baixas entre militares dos EUA. Não falou sobre eventuais mortes venezuelanas.

No início da tarde deste sábado (3.jan.2026), Trump afirmou a jornalistas que os Estados Unidos assumiriam temporariamente a administração do país até que uma transição política fosse definida. Não detalhou como isso seria feito, concentrando-se em declarações sobre a exploração e a venda do petróleo venezuelano.

Pela Constituição venezuelana, o poder deveria ser exercido pela vice-presidente, Delcy Rodríguez (MSV, esquerda). Trump disse que Rubio conversou com Rodríguez e que ela manifestou disposição para cooperar com ações lideradas pelos EUA.

Sobre a líder oposicionista María Corina Machado, vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2025, Trump declarou que ela não teria apoio político suficiente para governar a Venezuela.

Em pronunciamento ao vivo no fim da tarde deste sábado (3.jan), Rodríguez contestou as declarações de Trump, classificou a ação dos EUA como violação da soberania venezuelana e afirmou que Maduro continua sendo o presidente legítimo do país.

A vice também declarou que a Venezuela está aberta a uma relação respeitosa com o governo Trump, desde que baseada no direito internacional. “Esse é o único tipo de relação possível. Não seremos colônia de nenhum outro país”, disse.

Leia mais sobre a ofensiva norte-americana à Venezuela:

Por: Poder360

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