• Quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Portos movimentam 1,4 bi de t em 2025, alta anual de 6,1% e recorde histórico

O volume, recorde histórico, representa um crescimento de 6,1% em relação a 2024, segundo o Desempenho Aquaviário 2025.

O volume, recorde histórico, representa um crescimento de 6,1% em relação a 2024, segundo o Desempenho Aquaviário 2025. São Paulo, 10 – Os portos nacionais movimentaram 1,4 bilhão de toneladas ao longo do ano passado. O volume, recorde histórico, representa um crescimento de 6,1% em relação a 2024, segundo o Desempenho Aquaviário 2025, apresentado nesta terça-feira, 10, pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). “Hoje é dia de celebrar mais um recorde, que não é apenas um momento pontual, mas o reflexo de uma trajetória de crescimento consistente e da maturidade institucional do País”, afirmou o diretor-geral da Antaq, Frederico Dias.
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    Nos últimos 15 anos, a movimentação de cargas no Brasil cresceu 67%. O volume saiu de 840 milhões para o atual nível de 1,4 bilhão de toneladas, ainda de acordo com dados da agência. window._taboola = window._taboola || []; _taboola.push({mode:'thumbnails-mid', container:'taboola-mid-article-thumbnails', placement:'Mid Article Thumbnails', target_type: 'mix'});Os resultados do final do ano passado indicam uma nova tendência de alta para 2026. A movimentação de cargas saltou 14,2% em dezembro na comparação com igual mês do ano anterior, totalizando 119 milhões de toneladas em trinta dias, segundo a Antaq. Investimentos “Temos um modelo maduro, que atrai o investidor e garante que a nossa infraestrutura acompanhe a velocidade da produção brasileira”, disse o secretário nacional de Portos, Alex Ávila. O Ministério de Portos e Aeroportos realizou oito leilões portuários em 2025, que somam R$ 10,3 bilhões em investimentos nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste. Os projetos contemplam a ampliação de capacidade e modernização de terminais, incluindo obras estruturantes como o Túnel Santos-Guarujá e melhorias no Canal de Acesso de Paranaguá.
    Por: Redação

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