Conheça o Mustang espanhol, o cavalo lendário que vive fora dos registros oficiais
Nome é frequentemente usado para destacar características marcantes de um cavalo individual, mas não faz parte do registro oficial dos Mustangs espanhóis.
Nome é frequentemente usado para destacar características marcantes de um cavalo individual, mas não faz parte do registro oficial dos Mustangs espanhóis. O termo “Mustang Sultan espanhol” pode soar como uma linhagem nobre e reconhecida, mas, na realidade, não existe registro oficial desse nome dentro da classificação do Mustang Espanhol. Trata-se, muito provavelmente, de uma designação pessoal ou descritiva dada a um cavalo específico, escolhida para transmitir a ideia de imponência, liderança e presença marcante — qualidades que a palavra “Sultão” evoca, associada historicamente à realeza e autoridade. Assim como ocorre com muitos cavalos, nomes individuais costumam refletir a aparência, o temperamento ou até a história do animal, mas não indicam uma linhagem ou padrão reconhecido. De acordo com o Registro Espanhol de Mustangs, responsável por manter os padrões e informações sobre a raça, “Sultão” não aparece como nomenclatura oficial. Isso reforça que a denominação é fruto da escolha de criadores ou proprietários, e não uma referência a uma linhagem estabelecida. No caso dos Mustangs espanhóis, nomes adicionais costumam servir para exaltar atributos individuais, como postura altiva, estatura diferenciada ou porte imponente.
A história do Mustang Espanhol é marcada por esforços de preservação. Em meados da década de 1950, um grupo liderado por Robert E. Brislawn, em Oshoto, Wyoming, reuniu-se para resguardar os últimos exemplares autênticos dessa raça, que já foi abundante no oeste dos Estados Unidos, mas estava à beira da extinção. Brislawn selecionou cuidadosamente os animais que considerava os melhores representantes da raça, descartando aqueles que não atingiam seu padrão ideal. window._taboola = window._taboola || [];
_taboola.push({mode:'thumbnails-mid', container:'taboola-mid-article-thumbnails', placement:'Mid Article Thumbnails', target_type: 'mix'}); Foto: DivulgaçãoA escolha do nome “Mustang Espanhol” para o registro oficial se deveu ao fato de ele traduzir com precisão a essência da raça: resistência, tenacidade e forte herança genética espanhola. Estes cavalos, descendentes diretos dos equinos trazidos pelos conquistadores no período colonial, mantêm características únicas que os tornaram aptos a sobreviver em ambientes desafiadores, onde outras raças não resistiriam. Características físicas:
Altura: 1,35 m a 1,50 m na cernelha
Peso: 350 kg a 450 kg
Pelagem: Variada, incluindo baio, alazão, tordilho, preto e pinto
Cabeça: Proporcional, perfil retilíneo ou levemente convexo
Orelhas: Longas e móveis, com excelente percepção sonora
Porte: Compacto, musculoso e ágil
Foto: DivulgaçãoCaracterísticas comportamentais:
Temperamento: Inteligente, alerta e muito resistente
Habilidade: Forte senso de direção, agilidade e velocidade
Rusticidade: Adaptado a climas extremos e alimentação escassa
Utilização: Participação em provas de resistência e competições western Ao longo dos séculos nas Américas, os Mustangs espanhóis passaram por mudanças notáveis: desenvolveram cabeças mais largas, orelhas mais longas, visão mais apurada e grande senso de direção. Adaptaram-se às condições adversas, adquirindo força, rusticidade e habilidades de sobrevivência incomuns nos cavalos domesticados.
Foto: DivulgaçãoA importância do cavalo espanhol vai além da própria sobrevivência da raça. Ele teve profunda influência no desenvolvimento de diversas linhagens ao redor do mundo, especialmente na América, onde desempenhou papel crucial nas conquistas, deslocamentos e atividades de trabalho dos colonizadores e povos locais. Portanto, embora o “Mustang Sultan espanhol” possa remeter a um animal de presença imponente e até se tornar um nome marcante em competições ou registros particulares, não se trata de uma linhagem oficial. É, sim, uma expressão que reforça o valor histórico e a imponência que continuam a marcar os descendentes diretos dos cavalos que ajudaram a moldar o continente.
Por: Redação
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