Os tiros que ecoaram em um jantar oficial do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Washington, na noite de sábado (25), levantaram o “alerta” do senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Em uma publicação nas redes sociais neste domingo (26), o parlamentar pede proteção para que "esse tipo de violência" não aconteça no Brasil.
Na mesma postagem, Flávio manda "orações" para Trump e para a primeira-dama Melania, assim como para todos que estiveram presentes no evento de gala. "Tentar tirar a vida de quem pensa diferente usando balas ou facas não cabe em uma democracia", escreveu o senador, relembrando o atentado contra o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em Juiz de Fora, em 2018.
O presidente Donald Trump e outras autoridades do alto escalão da Casa Branca foram retirados às pressas do local pelo Serviço Secreto dos Estados Unidos durante um jantar com jornalistas.
A imprensa, que acompanhou tudo de perto, noticiou que os disparos foram ouvidos por volta das 21h45 (horário de Brasília).
O suspeito é um homem identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos.
Segundo as autoridades policiais, ele seria residente da Califórnia e estava hospedado no hotel onde o jantar presidencial com jornalistas acontecia.
Após o ataque, Trump sustentou que o suspeito teria agido sozinho, descrevendo-o como um “lobo solitário”.
Nas redes sociais, um perfil identificado como Allen se descreve como engenheiro mecânico e cientista da computação, com formação pelo Instituto de Tecnologia da Califórnia.
Em posição diferente da de Flávio, o presidente Lula (PT) também prestou solidariedade ao homólogo estadunidense, à primeira-dama e aos demais presentes durante os disparos.
Em uma rede social, Lula disse que a “violência política é uma afronta aos valores democráticos”.





