• Terça-feira, 3 de março de 2026

Recorde da produção de sorgo reflete expansão da cultura

A região Centro-Oeste responde por 74%, ou 5 milhões de toneladas, enquanto as regiões Norte e Nordeste são responsáveis pelos 26% restantes.

A região Centro-Oeste responde por 74%, ou 5 milhões de toneladas, enquanto as regiões Norte e Nordeste são responsáveis pelos 26% restantes. A produção está estimada em 6,7 milhões de toneladas, volume 9,7% maior em comparação com a safra 2024/25 (Conab). A região Centro-Oeste responde por 74%, ou 5 milhões de toneladas, enquanto as regiões Norte e Nordeste são responsáveis pelos 26% restantes, equivalente a 1,7 milhão de toneladas. Apesar do aumento da produção, a produtividade na região Centro-Oeste deverá ser 1,8% menor, passando de 3,9 toneladas por hectare para 3,8 toneladas por hectare. Essa redução decorre das secas ocorridas no início do ciclo, especialmente na região Centro-Sul. No entanto, o crescimento de 11,6% na área semeada compensou a perda de produtividade. Nas regiões Norte e Nordeste, a produtividade também deverá ser menor e cair 1,8%, mas a área semeada cresceu 12,1%, o que igualmente assegura o aumento da produção.
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    Segundo a pesquisa realizada pela expedição Confina Brasil (2025), organizada pela Scot Consultoria entre os confinamentos com produção agrícola, a principal cultura produzida foi o milho, presente em 81,3% das propriedades, seguida pela soja 73,2% e pelo sorgo 27,6%. O sorgo foi identificado em 10 unidades federativas, com maior concentração em Mato Grosso do Sul 26,5%, Goiás 17,6% e Minas Gerais 11,8%. window._taboola = window._taboola || []; _taboola.push({mode:'thumbnails-mid', container:'taboola-mid-article-thumbnails', placement:'Mid Article Thumbnails', target_type: 'mix'});Figura 1.
    Produção e área semeada com sorgo, entre 2020 e 2026.
    Fonte: CONAB / Elaboração Scot Consultoria
    O cultivo do sorgo vem crescendo nos últimos anos. A produção atual é quase 3,2 vezes maior do que a registrada há cinco safras, e a área destinada à cultura mais que dobrou no mesmo período, com aumento de 2,1 vezes. A expansão reflete o posicionamento estratégico do grão, voltado principalmente à alimentação animal, em razão da sua adaptação a condições de seca, da versatilidade de uso e do custo de produção menor em relação a outras culturas. Com relação à importação, em janeiro ela foi 14,8 mil toneladas, 0,2% da produção estimada para 2026. Esse número é 14,6% menor em relação a dezembro de 2025. A exportação, por sua vez, foi de apenas 0,1 mil toneladas no mesmo mês, participação menor que 0,1% da produção nacional, e apresentaram uma redução de 74,7% na comparação com dezembro de 2025. Fonte: Scot Consultoria VEJA TAMBÉM:
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  • ℹ️ Conteúdo publicado por Myllena Seifarth sob a supervisão do editor-chefe Thiago PereiraQuer ficar por dentro do agronegócio brasileiro e receber as principais notícias do setor em primeira mão? Para isso é só entrar em nosso grupo do WhatsApp (clique aqui) ou Telegram (clique aqui). Você também pode assinar nosso feed pelo Google Notícias
    Por: Redação

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