Fuga
Um porta-voz militar israelense havia anunciado que o Exército atacaria a ponte no início do domingo. Lama al-Fares, que mora em uma fazenda adjacente à passagem, disse que sua família colocou tudo o que pôde no carro quando viu o aviso. Eles dirigiram cerca de um quilômetro para o norte na rodovia e esperavam o fim do ataque no topo de uma colina com vista para a rodovia."Nossa casa fica bem ao lado da ponte. Ela foi destruída na última guerra e nós reconstruímos uma estrutura básica para viver -- espero que ainda esteja de pé", afirmou ela à Reuters.
Mortes
Mais cedo, um israelense foi morto em seu carro perto da fronteira com o Líbano após o que os militares descreveram como um "lançamento" do território libanês. Foi a primeira morte de um civil israelense ligada a disparos do Líbano na guerra atual. Dois soldados israelenses também foram mortos em combates no sul do Líbano. Os ataques de Israel ao Líbano mataram mais de mil pessoas, incluindo cerca de 120 crianças, 80 mulheres e 40 profissionais da área médica, de acordo com o Ministério da Saúde do Líbano. As autoridades libanesas não fazem distinção entre civis e militantes.Pontes
O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, disse neste domingo que os militares receberam ordens para destruir todas as pontes sobre o rio Litani usadas para "atividades terroristas", a fim de impedir que os militantes e as armas do Hezbollah se desloquem para o sul. Os militares israelenses já haviam destruído três pontes no sul do Líbano nos últimos 10 dias. Katz também disse que os militares receberam ordens para acelerar a demolição de casas libanesas em "vilarejos da linha de frente" para neutralizar as ameaças às comunidades israelenses. Ele descreveu a abordagem como semelhante ao modelo usado em Beit Hanoun e Rafah, em Gaza, onde os militares criaram zonas de proteção demolindo prédios perto da fronteira. * É proibida a reprodução deste conteúdo. Relacionadas
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