O candidato, que ficou primeiro lugar, frisou que para ele “não há portugueses bons nem portugueses maus, portugueses de primeira e portugueses de segunda; somos todos Portugal”. “Regressei para unir os portugueses. Jamais terei um presidente e uma parte dos portugueses contra a outra parte. Jamais”, garantiu, recebendo mais aplausos. “Com a vossa confiança serei o presidente de todos os portugueses, e faço esse juramento diante de vós”. O socialista disse estar pronto “para ser o presidente dos novos tempos” e para fazer de Portugal “um país moderno e justo, onde o Estado funcione a economia seja mais competitiva, com empregos qualificados e com melhores salários”, sem esquecer a saúde ou a habitação. Na visão de António José Seguro, “a política ou serve para melhorar a vida das pessoas, ou então não serve para rigorosamente nada”. Já André Ventura comemorou ter conseguido “liderar o espaço não socialista” e disse que “o país despertou”.“Reafirmo com total clareza: sou livre, vivo sem amarras e assim agirei como presidente da República”, assegurou. “Esta não é uma candidatura partidária nem nunca será”, disse Seguro, acrescentando que “hoje, com a nossa vitória, venceu a democracia e voltará a ganhar no dia 8 de fevereiro”.
Europeus ameaçados por EUA dizem que continuarão unidos por soberania
Lula critica ações dos EUA na Venezuela e defende multilateralismo
Na Venezuela, sanções dos EUA contribuíram para colapso econômico





