Sanções
Na sexta-feira, a administração Trump reforçou também as sanções contra Cuba, com medidas dirigidas a setores centrais da economia da ilha, incluindo energia, defesa, mineração e serviços financeiros. Segundo a nova ordem executiva, qualquer pessoa ou empresa que opere nesses setores ou faça negócios com o governo cubano poderá ver os seus ativos nos Estados Unidos totalmente bloqueados. Também esta semana, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, acusou Cuba de permitir a presença, em seu território, de serviços de informações de "adversários" dos Estados Unidos, afirmando que a administração Trump não irá tolerar essa situação. O Senado norte-americano rejeitou, na terça-feira (28), uma proposta democrata para limitar eventuais operações militares que Trump possa ordenar contra Havana. Desde janeiro, a Presidência norte-americana intensificou a pressão sobre Cuba com um bloqueio petrolífero, enquanto o chefe de Estado sugeriu em várias ocasiões a necessidade de uma mudança de regime na ilha. Ontem, o governo cubano transformou as celebrações do 1º de Maio em uma demonstração de apoio ao regime, centrando as palavras de ordem na defesa da soberania nacional e da independência perante a crescente pressão dos Estados Unidos. *É proibida a reprodução deste conteúdo Relacionadas
Lula e Merz criticam guerra no Oriente Médio e ameaças contra Cuba
Cuba estuda movimentação militar dos EUA diante de ameaças de Trump





