Conheça a usina de cana mais antiga do mundo em funcionamentoO desafio das cotas e o papel da diplomacia A urgência por um novo entendimento comercial surge após o anúncio de restrições em dezembro, que estabeleceram um teto de exportação. Para 2026, a cota fixada é de 1,106 milhão de toneladas, volume significativamente inferior às 1,7 milhão de toneladas embarcadas pelo Brasil em 2025. Sem o sucesso no acordo com a China: Brasil busca evitar tarifa de 55% sobre exportação de carne bovina, o excedente produtivo enfrentaria uma barreira tarifária quase proibitiva, elevando os custos de 12% para mais de 50%. window._taboola = window._taboola || []; _taboola.push({mode:'thumbnails-mid', container:'taboola-mid-article-thumbnails', placement:'Mid Article Thumbnails', target_type: 'mix'});As negociações têm sido conduzidas pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, que mantém diálogo direto com o vice-presidente chinês, Han Zheng. A estratégia brasileira divide-se em duas frentes fundamentais:
Acordo com a China: Brasil busca evitar tarifa de 55% sobre exportação de carne bovina
Entenda como o acordo com a China: Brasil busca evitar tarifa de 55% sobre exportação de carne bovina e garantir competitividade no mercado asiático em 2026.
Governo federal negocia flexibilização de cotas e redistribuição de excedentes de outros países para proteger competitividade da proteína brasileira frente às novas salvaguardas de Pequim.O governo brasileiro intensificou as articulações diplomáticas para mitigar os impactos das salvaguardas comerciais impostas por Pequim. Em uma movimentação estratégica liderada pelo Ministério da Agricultura e pela Vice-Presidência, o foco central do acordo com a China: Brasil busca evitar tarifa de 55% sobre exportação de carne bovina e garantir a fluidez do comércio para o principal destino da proteína nacional. O ministro Carlos Fávaro demonstrou otimismo nesta segunda-feira (9), indicando que as autoridades chinesas sinalizaram positivamente às flexibilizações pleiteadas pelo país. Clique aqui para seguir o canal do CompreRural no Whatsapp
Exclusão do estoque em trânsito: O Brasil solicita que cargas embarcadas até o fim de 2025 não sejam contabilizadas na cota de 2026, independentemente da data de chegada aos portos. Segundo Fávaro, este ponto já apresenta avanços significativos. Redistribuição de excedentes: A proposta permite que o Brasil absorva as “sobras” de cotas de outros países, como Estados Unidos e Uruguai, que historicamente não atingem o teto permitido ou, no caso americano, tornaram-se importadores líquidos. Segurança alimentar: a base do acordo com a China: Brasil busca evitar tarifa de 55% sobre exportação de carne bovina A confiança do Ministério da Agricultura repousa na interdependência econômica entre as duas nações. “É de interesse chinês que os exportadores brasileiros possam atender a essa demanda excedente”, afirmou Fávaro em entrevista à CNN. O argumento é que a segurança alimentar chinesa depende da estabilidade do fornecimento brasileiro, tornando a sobretaxa de 55% prejudicial para o próprio mercado consumidor asiático. A formalização dessas concessões é aguardada para o próximo encontro da Cosban (Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível), previsto para ocorrer em solo brasileiro ainda este ano. O desfecho será crucial para manter a competitividade do gado brasileiro frente a concorrentes internacionais e evitar um prejuízo logístico e financeiro sem precedentes para o setor produtivo nacional. VEJA MAIS: Morre, aos 84 anos, gigante do agronegócio brasileiro As profissões que vão bombar no Agro em 2026; tem salário de até R$ 50 mil ℹ️ Conteúdo publicado pela estagiária Ana Gusmão sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira
Por: Redação





