Governo Lula cria Parque Nacional do Albardão e gera forte impasse econômico no SulO pioneirismo gaúcho na exportação de carne com osso para o Chile O anúncio oficial da operação ocorreu durante um encontro diplomático na embaixada do Brasil em Santiago. Embora o mercado chileno já fosse um destino consolidado para a proteína gaúcha, a barreira para cortes com osso era rígida devido a protocolos sanitários. Com a chancela de zona livre de febre aftosa sem vacinação, o Rio Grande do Sul conquistou uma vantagem competitiva única. window._taboola = window._taboola || []; _taboola.push({mode:'thumbnails-mid', container:'taboola-mid-article-thumbnails', placement:'Mid Article Thumbnails', target_type: 'mix'});Segundo Gedeão Pereira, primeiro vice-presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a autorização é um privilégio temporário do estado no bloco regional. “O Chile autorizou apenas o estado do Rio Grande do Sul a exportar carne com osso e miúdos bovinos para o país”, afirmou o dirigente, destacando que o estado é o único do Mercosul a gozar dessa prerrogativa atualmente. Logística industrial e expansão de mercado A operacionalização deste marco histórico foi conduzida pela Minerva Foods, através de sua unidade em Alegrete. De acordo com dados fornecidos pelo Sicadergs (Sindicato das Indústrias de Carnes e Derivados no Rio Grande do Sul), a companhia já possui três plantas habilitadas para atender a essa demanda específica. A expectativa do setor é de um “efeito cascata”: o Frigorífico Silva, em Santa Maria, é um dos nomes cotados para receber a habilitação nos próximos meses. Mais do que um destino final, o Chile é visto como uma vitrine global. Como lembrou o embaixador Paulo Pacheco, o país andino possui acordos comerciais que cobrem quase 80% do PIB mundial, servindo de passaporte para que a exportação de carne com osso para o Chile abra portas em mercados como Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos. Sustentabilidade do status e defesa sanitária Para garantir a perenidade dessas operações, o governo estadual e as entidades de classe reforçaram os mecanismos de vigilância. O Fundesa-RS (Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal) já estabeleceu novos critérios de arrecadação baseados na Lei Estadual nº 16.428/25, com vigência programada para 1º de abril de 2026. Esses ajustes financeiros e técnicos visam blindar o sistema de defesa animal contra eventuais crises, assegurando que o rigor exigido pelos compradores internacionais seja mantido. A estratégia é clara: transformar a excelência sanitária em lucro para o produtor e divisas para o estado. VEJA MAIS:
RS realiza primeira exportação de carne com osso para o Chile após novo status sanitário
Estado consolida reconhecimento como zona livre de febre aftosa sem vacinação e projeta entrada em mercados de elite como Japão e Coreia do Sul
Estado consolida reconhecimento como zona livre de febre aftosa sem vacinação e projeta entrada em mercados de elite como Japão e Coreia do SulEm um movimento que redefine o posicionamento da pecuária gaúcha no cenário internacional, o Rio Grande do Sul oficializou, na última sexta-feira (27), a sua primeira exportação de carne com osso para o Chile. O embarque inaugural é o ápice de um ciclo de cinco anos iniciado com a suspensão da vacinação contra a febre aftosa, permitindo que o estado acesse mercados de alta exigência que, até então, mantinham restrições a produtos com osso provenientes do Brasil. Clique aqui para seguir o canal do CompreRural no Whatsapp
Pernil de ouro: Como a genética do porco ibérico transforma o pasto em iguarias de R$ 30 mil Conheça o rancho luxuoso de Miranda Lambert, a rainha do country moderno ℹ️ Conteúdo publicado pela estagiária Ana Gusmão sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira
Quer ficar por dentro do agronegócio brasileiro e receber as principais notícias do setor em primeira mão? Para isso é só entrar em nosso grupo do WhatsApp (clique aqui) ou Telegram (clique aqui). Você também pode assinar nosso feed pelo Google Notícias
Por: Redação





