O cardiologista Leandro Echenique, que acompanha o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), viaja de São Paulo para Brasília nesta quinta-feira (30) para acompanhar a cirurgia no ombro direito do ex-chefe do Executivo.
O procedimento foi autorizado no mesmo dia pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após pedido da defesa e parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Pela decisão, Bolsonaro poderá ser internado a partir desta sexta-feira (1º) em um hospital particular da capital federal. A cirurgia deve acontecer nos próximos dias.
Além de Echenique, outros profissionais que acompanham o ex-presidente também devem integrar a equipe médica, como o cirurgião Cláudio Birolini e o cardiologista Brasil Caiado.
Segundo os autos do processo, Bolsonaro apresenta dores recorrentes no ombro direito, associadas a uma lesão no manguito rotador, agravada após uma queda ocorrida em janeiro, quando estava na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. O procedimento também deve tratar lesões associadas à região.
Atualmente, o ex-presidente cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. Ele está em regime domiciliar desde o fim de março, por decisão de Moraes, que levou em conta um quadro de broncopneumonia bilateral.





