Família recupera 382 mil hectares na Bahia após batalha de 45 anos contra usucapiãoA confirmação da negativa francesa ocorre em um momento crítico, quando o executivo europeu tentava angariar apoio final para o pacto por meio da promessa de um aporte suplementar de € 45 bilhões para a Política Agrícola Comum (PAC). window._taboola = window._taboola || []; _taboola.push({mode:'thumbnails-mid', container:'taboola-mid-article-thumbnails', placement:'Mid Article Thumbnails', target_type: 'mix'});Embora essa injeção de recursos e a promessa de salvaguardas pareçam ter sensibilizado o governo da Itália – que sinalizou apoio mediante a redução do gatilho de proteção para 5% –, Macron se manteve irredutível, refletindo a forte pressão interna exercida pelos agricultores franceses, que retomaram bloqueios de estradas nesta semana. Diante da possibilidade de o acordo ser aprovado por maioria qualificada no Conselho, superando a oposição de Paris, o governo francês já desenha os próximos passos da batalha política e jurídica. Em declaração à BFMTV, a ministra da Agricultura, Annie Genevard, diz ter apelado à mobilização dos deputados no Parlamento Europeu, onde o tratado precisará ser ratificado posteriormente. Genevard mencionou explicitamente a estratégia de acionar o Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) para contestar o acordo. Segundo a ministra, uma ação iniciada pelo Parlamento teria o poder de suspender a aplicação do tratado, diferentemente de uma ação movida por um único país. Como fica o placar da posição europeia A posição francesa lidera um bloco de resistência que ganhou reforços nas últimas 24 horas. A Hungria e a Irlanda oficializaram que também votarão contra a proposta, citando riscos para o sustento de seus produtores rurais e a falta de garantias econômicas. A matemática final da votação em Bruxelas dependerá da consolidação do voto italiano e da capacidade da Alemanha de garantir a coesão dos demais Estados-membros a favor do livre comércio com o bloco sul-americano. VEJA MAIS:
Macron informa à von der Leyen que votará contra o acordo Mercosul-UE
França lidera resistência ao acordo UE-Mercosul, citando riscos aos agricultores. Hungria e Irlanda também votam contra em decisão crucial.
França lidera resistência ao acordo UE-Mercosul, citando riscos aos agricultores. Hungria e Irlanda também votam contra em decisão crucial. O presidente da França, Emmanuel Macron, informou pessoalmente à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, que o país votará contra o acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o Mercosul na reunião decisiva do Conselho da UE, agendada para a sexta-feira, 9. De acordo com informações da BFMTV, apesar das intensas negociações de última hora e das concessões oferecidas por Bruxelas, o chefe de Estado francês considera “impossível” assinar o tratado em sua configuração atual. Clique aqui para seguir o canal do CompreRural no Whatsapp
Plantio de transgênicos próximo a unidades de conservação exige atenção e pode gerar multas Contra a maré: quando taxação é taxação — e subsídio continua sendo subsídio ℹ️ Conteúdo publicado pela estagiária Ana Gusmão sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira Quer ficar por dentro do agronegócio brasileiro e receber as principais notícias do setor em primeira mão? Para isso é só entrar em nosso grupo do WhatsApp (clique aqui) ou Telegram (clique aqui). Você também pode assinar nosso feed pelo Google NotíciasNão é permitida a cópia integral do conteúdo acima. A reprodução parcial é autorizada apenas na forma de citação e com link para o conteúdo na íntegra. Plágio é crime de acordo com a Lei 9610/98.
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