Ele apontou que as exportações brasileiras para o país de cerca de 1,45 bilhão de habitantes (número mais de seis vezes maior do que a população brasileira) ainda tem muito espaço para crescer. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Em 2025, o Brasil comprou quase US$ 8,5 bilhões em produtos indianos. Já as exportações brasileiras para a Índia somaram US$ 7 bilhões de dólares. E se concentraram principalmente em petróleo (30%); açúcar e melaço (15%); gordura e óleos vegetais (14%) e minério de ferro (6%). “Queremos diversificar isto”, disse Viana, citando ainda as exportações brasileiras de óleo combustível, defensivos agrícolas, medicamentos e acessórios automobilísticos.“Se me perguntarem onde que acho que está o maior potencial de crescimento do comércio exterior do Brasil, eu responderei sem medo de errar: Índia”, comentou Viana.
Quase 200 empresários brasileiros já manifestaram interesse em integrar a comitiva presidencial. “Vai passar disso. Faz apenas dois dias que abrimos as inscrições e o interesse do setor privado está muito grande”, afirmou Viana, explicando que os executivos custeiam suas passagens e hospedagem. “E uma parte da agenda será com representantes das maiores empresas indianas que têm investimentos no Brasil e que anunciarão seus investimentos para os próximos quatro ou cinco anos”. Na ocasião, a ApexBrasil também inaugurará seu escritório em Nova Délhi - o 20º espalhado por outros países. Relacionadas“Além disso, o presidente Lula quer muito a participação da Embrapa e da pequena agricultura para ajudar os indianos a melhorarem a produtividade dos pequenos produtores rurais indianos, que são milhões de pessoas".
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