Ex-presidente do Congresso, o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) se aproxima de filiação ao PSB para entrar na disputa ao governo de Minas Gerais. Antes, o MDB e o União Brasil eram cotados como opções para recebê-lo.
Entretanto, há impasse nas duas legendas por causa da indefinição quanto ao posicionamento no plano nacional. O partido ao qual Pacheco se filiará precisa ao menos estar neutro na eleição presidencial e liberar a tomada de decisão no diretório estadual.
Caso dispute o Palácio Tiradentes, Pacheco assegurará um palanque para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Estado. Na 6ª feira (20.mar.2026), os 2 estiveram juntos em Sete Lagoas (MG) durante a entrega do governo federal de ônibus escolares para prefeituras.
O vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões, é do PSD e isso inviabiliza que Rodrigo Pacheco permaneça na sigla para concorrer às eleições no Estado. Simões é o indicado do atual governador, Romeu Zema (Novo), que também é pré-candidato à Presidência.
O presidente do PT, Edinho Silva, estará em Minas Gerais no domingo (29.mar) para um encontro com representantes da sigla. O dirigente deve tratar da definição do palanque do partido no Estado em reunião que deve contar com as presenças da presidente do PT mineiro, deputada estadual Leninha, e de Marília Campos, prefeita de Contagem e pré-candidata da sigla ao Senado.





