• Domingo, 5 de abril de 2026

Fachin se reuniu com 37 congressistas em 6 meses à frente do STF

Ministro recebeu políticos de 11 partidos: MDB, PL, União Brasil, PSD, Republicanos, PP, PSB, PT, Psol, PDT e Podemos.

Com 6 meses de gestão à frente do Supremo Tribunal Federal, o ministro Luiz Edson Fachin já se reuniu com 37 congressistas, sendo 22 senadores e 15 deputados federais. De acordo com o levantamento, a agenda do presidente do Tribunal tratou de Reforma administrativa, investigações sobre o Banco Master e a remuneração de assessores do Judiciário.

Fachin registrou no site do STF a agenda de encontros, com a indicação da pauta da reunião. Os dados levantados pelo tribunal mostram que, ao longo do início da gestão, Fachin teve reuniões com congressistas de 11 partidos: MDB, PL, União Brasil, PSD, Republicanos, PP, PSB, PT, Psol, PDT e Podemos. 

Leia a lista de congressistas abaixo (ou clique aqui para abrir em outra aba):

Descontando os dias de recesso judicial e feriados, ele teve a média de uma reunião com deputados ou senadores a cada 5 dias. Além disso, o presidente do STF teve 6 reuniões oficiais com os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).

Nos encontros com os presidentes das Casas do Legislativo, Fachin discutiu sobre:

Os partidos que mais tiveram senadores ou deputados na agenda de Fachin foram o PL e o MDB, com 7 congressistas cada um.

Excluindo os presidentes do Senado e da Câmara, o PP, União Brasil, PT, PSD, PSB e republicanos tiveram 3 congressistas em reuniões com o ministro Fachin.

A presidência do Tribunal afirmou que a regularidade e a continuidade das reuniões servem para forçar uma “interlocução” com o Congresso Nacional. Fachin considera que o dia com as diferentes legendas deve ser o “padrão de diálogo institucional”, refletindo a pluralidade do Senado e da Câmara dos Deputados.

Segundo o ministro, sua gestão estabeleceu um padrão de interlocução inicial, transformando o diálogo em encontros concretos para o Judiciário e o país.

Entre as propostas do Supremo que foram aprovadas como lei, o presidente destacou a regulamentação da Polícia Judicial, com ajuste na distribuição e criação de 160 cargos efetivos e comissões para o CNJ. 

Por: Poder360

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