O senador Rogério Marinho, coordenador de campanha de Flávio Bolsonaro na corrida presidencial de 2026, afirmou à Rádio Itatiaia que a escolha do candidato a vice-presidente ainda não é uma prioridade imediata, embora reconheça que a definição será necessária dentro do prazo das convenções partidárias.
Com nomes já ventilados para a composição da chapa, como a senadora Tereza Cristina, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, além de articulações envolvendo o PSD e testes com nomes femininos da Câmara, o senador Rogério Marinho afirmou que a definição do vice na chapa de Flávio Bolsonaro ainda “não é tão urgente”.
Segundo Marinho, eles têm até julho, quando começam as convenções, para formalizar a chapa. O senador ressaltou nesta quinta-feira (16) que o vice precisa cumprir papel estratégico: “agregar”, “somar” e transmitir "equilíbrio".
“[O vice] é alguém que permitirá que a população entenda que há uma chapa plural, que representa o conjunto maior da sociedade brasileira”, disse ele.
O senador indicou que o foco agora é o projeto político e as propostas. Entre elas, a defesa do fim da reeleição. Marinho afirmou que o senador já teria apresentado uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o tema, com assinaturas suficientes para tramitação no Congresso.
A ideia, segundo ele, é que o mandato seja único, permitindo decisões sem influência de disputas eleitorais futuras. “Não haverá cálculo político”, afirmou.





