Ao projetar um eventual governo de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em 2027, o senador e coordenador de campanha, Rogério Marinho (PL-RJ), afirmou que uma das principais marcas seria a adoção de medidas com impacto de longo prazo “em função das próximas gerações”.
“Esse [possível] mandato [de Flávio] vai permitir que ele tome decisões não em função das próximas eleições. Não haverá cálculo político. Nós vamos tomar decisões em função das próximas gerações”, disse ele em entrevista à Rádio Itatiaia nesta quarta-feira (16).
Marinho defende o fim da reeleição e apenas um mandato para Flávio, o que evitaria, segundo ele, que o presidente fosse “capturado pelo sistema como ocorre com governantes que buscam a reeleição desde o período de Fernando Henrique Cardoso".
O senador também afirmou que um eventual governo contaria com ampla base no Congresso Nacional, com partidos de centro-direita alinhados. Ele defendeu ainda a necessidade de “redefinir o papel de cada poder” para restabelecer o que chamou de “normalidade democrática”.
Na área de liberdades individuais, Marinho criticou o que considera restrições à liberdade de expressão e afirmou que a Constituição já garantiria os direitos necessários, desde que seja aplicada “na sua plenitude”.
Ele também mencionou propostas de modernização do Estado, combate a fraudes em programas sociais e incentivo à inovação e ao desenvolvimento econômico como pilares de uma eventual gestão.





