“Melania”, documentário sobre a primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, arrecadou US$ 7,04 milhões em bilheteria no seu final de semana de estreia na América do Norte. O número ultrapassou a expectativa de veículos especializados, que estimavam entre US$3 milhões e US$ 5 milhões.
A produção narra os bastidores da vida de Melania Trump nos 20 dias que antecederam à posse de Donald Trump (Partido Republicano) como presidente, em janeiro de 2025. O longa foi lançado em 1.778 salas de cinema nos EUA e no Canadá, um número considerável para um documentário.
A Amazon adquiriu os direitos do documentário por US$ 40 milhões –o valor mais caro pago pelo estúdio para um filme do gênero. Segundo o The Wall Street Journal, ao menos 70% da quantia foi paga diretamente à Melania. Além do valor de aquisição, a Amazon gastou US$ 35 milhões em marketing para a obra.
O ponto de equilíbrio –momento em que uma produção começa a criar lucro– é atingido quando um longa arrecada em ingressos cerca de 2,5 a 3 vezes o seu valor de custo. É improvável que o longa alcance essa marca apenas em bilheteria.
No entanto, analistas ouvidos pela Variety apontam que a Amazon planeja recuperar parte de seus custos quando o filme estrear no serviço de streaming da empresa, o Prime Video. Com base nisso, o ponto de equilíbrio deve ser atingido entre US$ 40 milhões e US$ 45 milhões de bilheteria, segundo o veículo.
Conforme a Amazon MGM, 72% dos compradores de ingressos eram mulheres e 83% tinham mais de 45 anos. Cerca de 75% do público era composto por pessoas brancas; os hispânicos representam 11% do montante.





