• Terça-feira, 24 de março de 2026

De olho no Planalto, Caiado deixa governo de Goiás em 31 de março

Integrante do conselho de escolha do PSD diz que Caiado foi definido como o nome do partido para a corrida à Presidência.

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), deixará o comando do Estado na 3ª feira (31.mar.2026) para disputar a indicação do partido à Presidência da República. Ele concorre internamente com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD). Com a saída de Caiado, o vice-governador Daniel Vilela (MDB) assumirá o governo estadual. Vilela também é pré-candidato ao cargo nas eleições de 2026.

A solenidade de posse está prevista para as 14h, na Assembleia Legislativa de Goiás. Já a transmissão de cargo deve ocorrer às 16h30, no Palácio das Esmeraldas.

Caiado viajou a São Paulo na manhã desta 3ª feira (24.mar) para reunião com o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab. O encontro entre Kassab e Leite está previsto para 4ª feira (25.mar), no fim da tarde.

As reuniões fazem parte das articulações do partido para definir o nome que disputará o Planalto em 2026. A expectativa é que a sigla anuncie o escolhido até 6ª feira (27.mar.2026).

Sem Ratinho Junior (PSD) no páreo, após desistência da disputa interna do partido pelo Planalto, Caiado ganhou força para representar a sigla. 

Ao Poder360, o ex-governador de Santa Catarina Jorge Bornhausen (PSD) afirmou que o conselho de escolha do partido já definiu Caiado como o representante do PSD para a Presidência. Segundo Bornhausen, a decisão foi tomada ainda na 2ª feira (23.mar), assim que Ratinho Junior anunciou a desistência. O partido, no entanto, ainda não se pronunciou oficialmente sobre a escolha.

Enquanto isso, Leite segue como alternativa ao goiano. Ele e Caiado aparecem tecnicamente empatados nas pesquisas de intenções de voto ao Planalto. Contudo, o gaúcho já admitiu ao Poder360 que pode disputar o Senado pelo Rio Grande do Sul caso não seja o escolhido pela sigla. 

Caiado, por sua vez, deixou o União Brasil em janeiro de 2026 em busca de um partido que viabilizasse sua candidatura à Presidência. Desde então, tem afirmado que permanecerá na disputa.

Por: Poder360

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