Águia ou Falcão? Entenda o que é o Carcará e por que ele se tornou uma lenda nordestinaBlindagem de R$ 13 bilhões A pressa na regulamentação não é por acaso. De acordo com Luiz Henrique Barrochelo, diretor da Defesa Agropecuária, a presença descontrolada do caruru-gigante pode causar uma quebra de produtividade devastadora. As projeções indicam que as perdas financeiras podem atingir R$ 13 bilhões caso a erva daninha se espalhe pelas principais regiões produtoras do estado. window._taboola = window._taboola || []; _taboola.push({mode:'thumbnails-mid', container:'taboola-mid-article-thumbnails', placement:'Mid Article Thumbnails', target_type: 'mix'});Para evitar esse cenário, a coordenação das ações foi centralizada no Departamento de Defesa Sanitária Vegetal. O plano mobiliza os Departamentos Regionais para uma força-tarefa de identificação precoce e delimitação de áreas afetadas, garantindo que qualquer suspeita receba confirmação técnica imediata. Protocolos de contenção e restrições ao trânsito de máquinas Um dos pilares do plano operacional reside no controle da disseminação. Como o caruru-gigante possui alta capacidade de dispersão via sementes, o governo estadual impôs restrições severas ao trânsito de máquinas e equipamentos em áreas sob suspeita. A norma exige:
Caruru-gigante: São Paulo define regras para controle e erradicação da praga
SP regulamenta plano contra o caruru-gigante para evitar perdas de R$ 13 bi. Confira as regras de controle e erradicação do caruru-gigante em São Paulo.
SP regulamenta plano contra o caruru-gigante para evitar perdas de R$ 13 bi. Confira as regras de controle e erradicação do caruru-gigante em São Paulo. Com o objetivo de blindar as cadeias produtivas de soja, milho e algodão, o Governo de São Paulo oficializou as diretrizes operacionais para o controle e erradicação do caruru-gigante em São Paulo. A nova normativa, publicada pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento no início de março de 2026, estabelece um cerco sanitário rigoroso contra a invasora Amaranthus palmeri, praga quarentenária que ameaça a rentabilidade do campo paulista. A estratégia, detalhada na Portaria Defesa Agropecuária nº 06, é uma resposta direta à necessidade de monitoramento e eliminação da planta invasora em áreas agrícolas. O plano operacional é a peça que faltava para colocar em prática as diretrizes da Resolução SAA nº 07, criando protocolos que vão da identificação laboratorial ao georreferenciamento de focos. Clique aqui para seguir o canal do CompreRural no Whatsapp
Higienização obrigatória de implementos agrícolas para evitar o transporte de sementes; Monitoramento georreferenciado para acompanhar a evolução das áreas afetadas; Capacitação de equipes técnicas para uma resposta rápida e padronizada em campo. “Estamos focados em uma operacionalização ágil para garantir que a resposta ao combate seja eficiente desde o primeiro momento”, afirma Alexandre Paloschi, diretor do Departamento de Defesa Sanitária Vegetal. Notificação obrigatória A eficácia do controle e erradicação do caruru-gigante em São Paulo depende diretamente da colaboração dos agentes do setor. A portaria estabelece que produtores, ocupantes de áreas rurais e profissionais de agronomia são obrigados a comunicar qualquer suspeita da planta às autoridades competentes. Considerada uma praga de difícil manejo devido à sua resistência a herbicidas e rápido crescimento, a Amaranthus palmeri exige que a detecção resulte em vistorias técnicas imediatas. O descumprimento dos protocolos de comunicação e limpeza pode comprometer não apenas a lavoura individual, mas toda a competitividade do agronegócio paulista.
VEJA MAIS: Mito ou verdade: A taurina dos energéticos realmente vem da urina ou do sêmen de touros? Gerente de fazenda é assassinado após briga por sal de gado ℹ️ Conteúdo publicado pela estagiária Ana Gusmão sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira
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Por: Redação





