A ONG Redes Cordiais divulgou na última 4ª feira (4.mar.2026) a cartilha Fala que Protege, voltada a comunicadores, jornalistas, influenciadores e outros profissionais da comunicação que atuam em ambientes digitais. O material reúne orientações sobre tipos de violência contra a mulher, conceito de consentimento, violência de gênero na internet, boas práticas de linguagem, canais de denúncia e formas de acolhimento a vítimas.
A publicação foi feita às vésperas do Dia Internacional da Mulher e está disponibilizada gratuitamente ao público. Eis a íntegra do documento (PDF – 4MB).
A cartilha lista diferentes formas de violência, como física, psicológica, sexual, patrimonial, moral e política. Também traz recomendações para evitar a culpabilização da vítima, o uso de linguagem que apague a responsabilidade do agressor, o sensacionalismo e a exposição indevida de sobreviventes.
Algumas das principais orientações são:
A divulgação do material sucede a proliferação de novas formas de violência de gênero na internet. Segundo a publicação, as redes sociais e a inteligência artificial transformaram a maneira como esse tipo de agressão é produzido, amplificado e disseminado, ampliando seu alcance e impacto sobre as vítimas.
Alguns exemplos citados pela ONG são: compartilhamento não consentido de imagens íntimas, stalking, sextorsão, doxxing, cyberbullying e o uso de inteligência artificial para manipulação de imagens e produção de conteúdos falsos com potencial de destruição reputacional.
Um dos objetivos da cartilha é divulgar e definir essas formas de violência. A ONG busca ampliar a conscientização sobre o tema.
Com informações da Agência Brasil.





