O primeiro-ministro do Camboja, Hun Manet, confirmou nesta 2ª feira (26.jan.2026), em post no seu perfil do Facebook, que o país se juntará ao Conselho da Paz do presidente norte-americano Donald Trump (Partido Republicano).
A confirmação foi transmitida ao comandante do Comando Indo-Pacífico dos EUA, almirante Samuel J. Paparo, durante encontro realizado no Palácio da Paz, em Phnom Penh, capital cambojana.
Trump convidou o Camboja para se tornar membro fundador e signatário da carta do Conselho por meio de correspondência datada de 16 de janeiro. Segundo Manet, a participação cambojana na recém-proposta entidade internacional demonstrará o compromisso do país com a paz global.
Donald Trump (Partido Republicano) anunciou a criação do Conselho da Paz em 15 de janeiro de 2026. Embora a medida seja parte de um plano para acabar com os conflitos na Faixa de Gaza, o norte-americano já sinalizou que o órgão não será temporário. Afirmou em 20 de janeiro de 2026 que o grupo poderia assumir o papel que hoje pertence à ONU (Organização das Nações Unidas).
O emblema do Conselho da Paz foi comparado ao da ONU:
Trump é a única autoridade com poder de veto no Conselho da Paz.
Há apenas duas menções a “veto” no documento de criação do órgão:
Não há um prazo para o republicano deixar o comando do conselho.
O mandato de Trump é praticamente vitalício. O presidente do Conselho da Paz pode indicar um sucessor e só deixa o cargo se decidir renunciar voluntariamente ou em caso de incapacidade –nesse cenário, a votação do Conselho Executivo precisa ser unânime, ou seja, todos os integrantes precisam votar a favor de remover o republicano.
Autoridades de 18 países estavam com Trump no lançamento do conselho.
Eis os nomes:





