O projeto incorpora recortes de equidade e cidadania, considerando vulnerabilidades específicas enfrentadas por mulheres, pessoas LGBTQIAPN+ e pela população negra, majoritária no setor e, em grande parte, residente em periferias urbanas. Para a presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, "apoiar iniciativas que promovem condições dignas de trabalho, em todas as regiões do Brasil, é parte essencial do trabalho da instituição como conglomerado financeiro comprometido com a melhoria das condições sociais e econômicas dos territórios onde está presente, afirmou. Na fase inicial, o projeto será implementado por meio de um piloto, com recomendação técnica da Fundação BB para a instalação de até 20 pontos de apoio, permitindo a calibração do modelo de gestão, operação e monitoramento antes de uma eventual expansão nacional. Cada unidade contará, obrigatoriamente, com banheiros adequados — incluindo estrutura para higiene menstrual —, água potável gratuita, área de descanso protegida, estações de recarga de celulares, mobiliário interno e externo, além de iluminação e ambiente seguro. Segundo o presidente da Fundação Banco do Brasil, André Machado, o acordo tem caráter estruturante.“Muitas vezes os trabalhadores não têm um local para parar, ir ao banheiro, carregar o celular, por exemplo. Os pontos de apoio terão impacto real e concreto no dia a dia desses profissionais”, afirma o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos.
O acordo de cooperação terá duração inicial de 24 meses. Com essa iniciativa, o Banco do Brasil, por meio da Fundação BB, reafirma seu compromisso com projetos estruturantes de impacto social, que contribuem para a promoção da cidadania, da inclusão produtiva e do desenvolvimento econômico sustentável no Brasil. Relacionadas“Trata-se de iniciativa de grande impacto social, que amplia o acesso a direitos básicos, fortalece a inclusão e contribui para a construção de políticas públicas permanentes voltadas a esses trabalhadores”, destacou.
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