• Sábado, 10 de janeiro de 2026

Alimentos contribuem para a inflação mais baixa em 2025, diz IBGE

Arroz e feijão tiveram deflação (queda de preço) no ano, segundo o levantamento; picanha subiu 2,82%.

Os preços dos alimentos contribuíram para a inflação mais baixa do Brasil em 2025. O arroz e o feijão tiveram deflação (queda de preço) em relação a 2024, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que divulgou o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) nesta 6ª feira (9.jan.2026).

A inflação mais baixa dos alimentos contribuiu para a taxa fechar o ano dentro do intervalo da meta. Foi de 2,95% no acumulado de 12 meses até dezembro, o menor patamar desde 2023. Em 2024, havia sido de 7,69%.

O grupo de alimentos é dividido em 2:

A inflação do 1º item foi a menor registrada desde 2023, quando houve deflação de 0,52%.

Leia nas tabelas abaixo o que subiu e o que caiu de preço em relação a 2024.

Nos tubérculos, o IBGE disse que o inhame teve queda de 18,64% nos preços, enquanto a batata-inglesa recuou 13,65%. Os demais preços subiram, com destaque para o pimentão (30,93%) e mandioca (13,02%).

Do lado das hortaliças e verduras, a alface teve deflação de 5,05%. Outros produtos tiveram queda de preços, como os brócolis (-3,87%), a couve-flor (-3,39%) e a couve (-3,28%). O coentro se destaca pelo lado do encarecimento de preços, com alta de 17,96%.

O IBGE disse que 10 das 21 frutas pesquisadas registraram queda de preços. O abacate teve deflação de 42,02% em 2025. A fruta que mais encareceu foi a manga, com alta de 21,75%.

Na parte das carnes, o IBGE disse que a carne de porco teve deflação de 1,83%. Já o filé-mignon bovino ficou 1,49% mais barato. Os demais itens ficaram mais caros. A picanha bovina encareceu 2,82%. A carne que mais subiu foi o fígado, com alta de 9,06%.

Por: Poder360

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