• Terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Alerta vermelho: 2026 promete extremos climáticos piores que 2025

Meteorologistas alertam para instabilidade severa. Entenda os fatores que indicam que 2026 promete extremos climáticos piores que 2025 no Brasil.

Meteorologistas alertam para instabilidade severa. Entenda os fatores que indicam que 2026 promete extremos climáticos piores que 2025 no Brasil. A instabilidade atmosférica deve atingir níveis críticos no Brasil ao longo deste ano. Se o ciclo passado já exigiu resiliência do produtor rural e da população, os novos modelos meteorológicos indicam que 2026 promete extremos climáticos piores que 2025. A projeção é de um calendário marcado pela falta de lógica nas estações: calor severo fora de época, interrupções abruptas de temperatura e chuvas que não seguem a distribuição histórica.
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    O fim da previsibilidade e os extremos climáticos piores que 2025 Especialistas da Climatempo apontam que a “bipolaridade” do tempo será a regra. Diferente de anos onde se podia contar com estações bem definidas, o cenário atual desenha uma alternância constante. O meteorologista Vinicius Lucyrio adverte que a previsibilidade será baixa. Segundo sua análise, não teremos apenas calor ou frio, mas sim “gangorras” térmicas: veranicos (estiagem em época de chuva) serão rompidos violentamente por tempestades e quedas de temperatura, seguidos rapidamente por novas ondas de calor sufocante. window._taboola = window._taboola || []; _taboola.push({mode:'thumbnails-mid', container:'taboola-mid-article-thumbnails', placement:'Mid Article Thumbnails', target_type: 'mix'});Essa dinâmica confirma por que 2026 promete extremos climáticos piores que 2025: a incapacidade de os sistemas se estabilizarem gera riscos tanto para a agricultura quanto para a infraestrutura urbana. A “Dança” dos Oceanos: La Niña e El Niño O grande motor dessa desordem é a oscilação dos fenômenos no Oceano Pacífico. O ano começa sob influência do resfriamento das águas ( La Niña), o que potencializa contrastes térmicos imediatos. No entanto, a grande preocupação é a transição. Caminhamos para uma neutralidade que pode evoluir para um aquecimento das águas ( El Niño) já no segundo semestre. Essa mistura de influências resulta em:
  • Chuvas mal distribuídas: A água cairá em volumes concentrados (pancadas fortes), impedindo que o solo absorva a umidade de forma eficiente e dificultando a recarga plena dos reservatórios hidrelétricos.
  • Inverno curto e atípico: Entre maio e julho, o Centro-Sul deve enfrentar massas de ar polar intensas, mas de vida curta. O frio será agudo, mas o calor retornará precocemente, “engolindo” parte do inverno e antecipando o clima de primavera.
  • Impactos no Agro e na Economia Regional A confirmação de que 2026 promete extremos climáticos piores que 2025 traz alertas específicos por região:
  • Matopiba e Fronteira Agrícola: Há risco de “falso início” das chuvas. A precipitação pode chegar mais cedo, animando os produtores, mas sem regularidade para sustentar o desenvolvimento das lavouras, exigindo cautela máxima no plantio.
  • Sul do Brasil (RS e SC): O perigo aumenta a partir de setembro. Bloqueios atmosféricos podem travar frentes frias sobre a região, gerando acumulados de chuva perigosos, ventanias e granizo.
  • Amazônia: O Rio Negro deve apresentar cheias no primeiro semestre, seguidas de uma vazante dura, impactando a logística fluvial.
  • Consumo Urbano: Com o calor persistente acima da média, o varejo deve ver um aumento na venda de climatizadores e ar-condicionado, enquanto o setor elétrico monitora a instabilidade das bacias do Sudeste.
  • Escrito por Compre Rural VEJA MAIS:
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  • ℹ️ Conteúdo publicado pela estagiária Ana Gusmão sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira Quer ficar por dentro do agronegócio brasileiro e receber as principais notícias do setor em primeira mão? Para isso é só entrar em nosso grupo do WhatsApp (clique aqui) ou Telegram (clique aqui). Você também pode assinar nosso feed pelo Google Notícias
    Por: Redação

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