• Segunda-feira, 23 de março de 2026

ALERTA: Ciclone extratropical e frente fria trazem chuva de 80 mm e ventos de 100 km/h, diz INMET

Aviso de “perigo potencial” ocorre em meio à formação de ciclone extratropical e avanço de frente fria, com previsão de chuva volumosa, ventos fortes e eventos severos em várias regiões nesta semana que se inicia

Aviso de “perigo potencial” ocorre em meio à formação de ciclone extratropical e avanço de frente fria, com previsão de chuva volumosa, ventos fortes e eventos severos em várias regiões nesta semana que se inicia O Brasil inicia a semana sob um cenário de instabilidade atmosférica crescente, com a combinação de sistemas meteorológicos que aumentam o risco de eventos extremos, especialmente no Sul do país. O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu um alerta válido entre 10h deste sábado (22) e 23h59 de domingo (23), indicando chuvas entre 20 e 30 mm por hora, podendo chegar a 50 mm por dia, além de ventos intensos entre 40 e 60 km/h. Embora classificado como “perigo potencial”, o aviso não deve ser subestimado. O próprio órgão destaca a possibilidade de alagamentos, queda de galhos de árvores, descargas elétricas e interrupções no fornecimento de energia, especialmente em áreas mais vulneráveis.
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  • Formação de ciclone eleva o nível de atenção no Sul O alerta ocorre em um momento em que a atmosfera apresenta sinais mais complexos de instabilidade. Dados meteorológicos indicam a formação de um ciclone extratropical próximo à costa do Sul do Brasil, fenômeno que pode intensificar significativamente as condições de tempo severo. window._taboola = window._taboola || []; _taboola.push({mode:'thumbnails-mid', container:'taboola-mid-article-thumbnails', placement:'Mid Article Thumbnails', target_type: 'mix'});De acordo com as projeções, esse sistema pode provocar:
  • Chuvas volumosas entre 60 mm e 80 mm no Rio Grande do Sul
  • Rajadas de vento que podem ultrapassar os 100 km/h
  • Ocorrência de temporais com possibilidade de granizo
  • A tendência é que as instabilidades avancem ao longo do dia, atingindo todo o território gaúcho e se estendendo para áreas do oeste de Santa Catarina. Apesar do risco, especialistas apontam que os volumes de chuva podem trazer um efeito positivo pontual: a redução do déficit hídrico, especialmente em regiões do Sul que vinham enfrentando períodos de estiagem. Frente fria reforça temporais e amplia área de risco com chuva Paralelamente, uma frente fria avança pelo Sul do Brasil, reforçando o quadro de instabilidade. O sistema se desloca entre o Uruguai e a Argentina e passa a influenciar diretamente o Rio Grande do Sul, onde o tempo muda rapidamente ao longo do dia. As primeiras pancadas atingem o sudoeste, oeste e sul gaúcho, com chuva de moderada a forte intensidade, avançando posteriormente para outras regiões do estado. Entre os principais riscos associados estão: – Rajadas de vento de até 90 km/h
    – Possibilidade de granizo em pontos isolados
    – Temporais no centro-sul, incluindo a região metropolitana de Porto Alegre Mesmo com períodos de melhoria ao longo do dia, a atmosfera permanece carregada, favorecendo a ocorrência de novas pancadas e eventos isolados de maior intensidade. Sudeste e Centro-Oeste também enfrentam instabilidade Os efeitos da instabilidade não se limitam ao Sul. No Sudeste, a atuação de uma área de baixa pressão próxima à costa mantém o tempo instável, com previsão de pancadas mais intensas no leste e norte de Minas Gerais e no Espírito Santo. Há ainda risco de: – Ventos acima de 70 km/h
    – Granizo no norte de São Paulo e sul de Minas Gerais
    – Acumulados de até 50 mm em áreas mais afetadas No Centro-Oeste, embora a chuva ocorra com menor intensidade, os volumes ainda são relevantes. Regiões do centro-norte de Mato Grosso e Goiás podem registrar entre 70 mm e 80 mm ao longo da semana, mantendo a umidade do solo e favorecendo as condições no campo. Norte e Nordeste seguem com chuva irregular e calor elevado Na Região Norte, a alta umidade mantém o padrão de chuvas frequentes, com acumulados entre 50 mm e 60 mm, garantindo boas condições para pastagens e lavouras. Já no Nordeste, a atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) e áreas de baixa pressão mantém o tempo instável em partes da região, com destaque para: – Chuvas entre 50 mm e 60 mm no sul e oeste da Bahia
    – Pancadas no Maranhão, Piauí e Ceará
    – Temperaturas acima de 35°C em áreas mais secas, elevando o risco de queimadas Impactos no agro e necessidade de planejamento Para o agronegócio, o cenário exige atenção e estratégia. A combinação de chuva intensa, ventos fortes e granizo pode gerar impactos diretos na produção, enquanto a irregularidade climática dificulta o planejamento das atividades. Entre os principais efeitos esperados estão: – Interrupção de operações no campo, como plantio e colheita
    – Riscos para estruturas rurais e redes elétricas
    – Problemas logísticos com estradas e transporte
    – Benefícios pontuais com a recomposição da umidade do solo Além disso, meteorologistas alertam que, apesar das chuvas atuais, algumas regiões podem registrar volumes abaixo da média histórica nos próximos meses, o que pode impactar níveis de rios e logística de transporte, caso se confirme a tendência climática projetada. Cenário exige monitoramento constante Diante da combinação de fatores — alerta do INMET, avanço de frente fria e formação de ciclone —, o momento é de vigilância. As condições atmosféricas favorecem mudanças rápidas no tempo, com possibilidade de eventos severos localizados.
    Por: Redação

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