A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, conhecida como Anvisa, publicou um aviso importante e ordenou o recolhimento de água Crystal logo após identificar a bactéria Pseudomonas aeruginosa em uma amostra do produto.
A decisão exige a suspensão imediata da comercialização e do consumo da bebida. Essa restrição afeta apenas um lote específico produzido no início de 2026. Até o momento, as autoridades destacam que não existem queixas registradas por parte dos consumidores.
Detalhes da contaminação no recolhimento de água CrystalA interdição imposta pela agência foca estritamente no lote LZ1 VAL 200127. Esse material foi envasado no dia 20 de janeiro de 2026 e tem validade prevista até 20 de janeiro de 2027. Segundo os relatórios técnicos, a falha sanitária foi descoberta em março durante uma fiscalização de rotina em um comércio no Distrito Federal.
A detecção da Pseudomonas aeruginosa causou preocupação nos especialistas. Esse microrganismo apresenta riscos à saúde caso seja ingerido por pessoas com imunidade baixa. Esse fator biológico foi decisivo para a agência reguladora retirar as garrafas das prateleiras de forma cautelar.
Explicações da fabricante sobre o casoPor meio de um comunicado oficial, a Mineração Bom Jesus (MBJ), que é a empresa encarregada do envase, declarou que está concluindo a retirada preventiva do item do mercado. O produto afetado é a garrafa de Água Mineral Natural Crystal de 500 ml na versão sem gás. A companhia explicou que a distribuição desse lote ocorreu de forma muito restrita, alcançando o Distrito Federal, algumas cidades de Goiás e do Tocantins, além de cinco municípios no interior paulista (Sorocaba, Itapetininga, Itu, São Roque e Tatuí).
Para garantir a segurança alimentar, a fabricante relatou que analisou mais de 300 amostras de sua linha de produção após receber a notificação. Todos os resultados dessas testagens deram negativo para qualquer tipo de microrganismo indicador de contaminação. Como a saída desse produto nos supermercados é muito rápida, a empresa projeta que os itens do lote comprometido já não estejam disponíveis para compra no varejo.
A indústria também reforçou que a produção da marca ocorre em várias fontes espalhadas pelo Brasil e utiliza diferentes parceiros comerciais devidamente licenciados. Sendo assim, o problema é pontual e não afeta outras garrafas produzidas por fábricas distintas. A unidade da Mineração Bom Jesus informou que segue operando normalmente e cumprindo a legislação vigente com rigorosos padrões de qualidade.
Como o consumidor deve agirAs pessoas que compraram o produto recentemente precisam checar as informações impressas no rótulo ou no gargalo da embalagem. A numeração exata que exige atenção é LZ1 VAL 200127 3 P 200126.
Se o cliente encontrar garrafas com essa identificação em casa ou em seu estabelecimento, a recomendação principal é suspender o consumo na mesma hora. O próximo passo é contatar o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da marca para receber orientações precisas de devolução. A empresa garante o direito à troca gratuita do item ou a devolução total do dinheiro pago.





