Abate recorde de fêmeas ajuda a explicar valorização de reposição
Pesquisadores do Cepea indicam que esses dados ajudam a explicar o contínuo movimento de valorização dos animais de reposição.
Pesquisadores do Cepea indicam que esses dados ajudam a explicar o contínuo movimento de valorização dos animais de reposição. Dados do IBGE divulgados nessa quarta-feira, 18, mostram que, no acumulado de 2025, foram abatidas 13,5 milhões de vacas adultas e 6,5 milhões de novilhas no Brasil, volumes recordes e com fortes incrementos de 15,8% e de 23,5%, respectivamente, quando comparados aos de 2024. Em termos absolutos, de 2024 para 2025, houve aumento de 3 milhões de cabeças abatidas de fêmeas, sendo 1,8 milhão referentes a vacas adultas e 1,2 milhão, a novilhas. Clique aqui para seguir o canal do CompreRural no Whatsapp
Nova regra da NF-e pode travar venda de defensivos sem Receituário Agronômico Pesquisadores do Cepea indicam que esses dados ajudam a explicar o contínuo movimento de valorização dos animais de reposição. window._taboola = window._taboola || [];
_taboola.push({mode:'thumbnails-mid', container:'taboola-mid-article-thumbnails', placement:'Mid Article Thumbnails', target_type: 'mix'});Levantamento do Centro de Pesquisas mostram que, em Mato Grosso do Sul (Indicador CEPEA/ESALQ), o bezerro nelore, de 8 a 12 meses, registra média de R$ 3.254,37 nesta parcial de março (até o dia 17), sendo 3% acima da de fevereiro/26 e 24,3% maior que a de março de 2025, em termos reais (os valores foram deflacionados pelo IGP-DI). Trata-se, também, da maior média mensal desde junho de 2021. Fonte: Cepea VEJA TAMBÉM: Mato Grosso intensifica combate ao bicudo nas lavouras de algodão Projeto do Seguro Rural avança e pode ser votado na próxima semana Curso sobre churrasco está disponível no catálogo do Sistema FAEP ℹ️ Conteúdo publicado por Myllena Seifarth sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira Quer ficar por dentro do agronegócio brasileiro e receber as principais notícias do setor em primeira mão? Para isso é só entrar em nosso grupo do WhatsApp (clique aqui) ou Telegram (clique aqui). Você também pode assinar nosso feed pelo Google Notícias
Por: Redação





