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Enquanto os Estados Unidos anunciam redução de tarifas de importação da carne bovina para regular o mercado americano e reduzir a inflação, a China afirma que vai aplicar sobretaxa de 55% na carne brasileira, assim que a cota em vigor estiver esgotada.
Falando de Donald Trump, o presidente americano vai anunciar redução de tarifas para vários países que exportam carne de boi para os Estados. A medida vai até 10 de novembro.
Brasil, Austrália, Argentina, Nova Zelandia e Uruguai deverão ser os países beneficiados com a medida provisória de Trump.
Além de ter hoje o menor rebanho bovino dos últimos 70 anos, os Estados Unidos ao lado do Canadá e México terão a Copa do Mundo que movimenta o turismo e o consumo de carne e outros alimentos.
O Brasil tinha para esse ano uma cota de 65 mil toneladas de cota que já se esgotou e entraria em vigor uma taxa extra de 26,4%.
Enquanto as portas se abrem para o mercado americano, a muralha chinesa permanece de pé
contra o boi brasileiro.
A China acaba de alertar que 50% da cota estabelecida para a carne bovina do Brasil já chegou a Pequim.
Pelo volume de embarques é provável que o restante da carne possa se esgotar em 60 dias, e a partir daí o governo chinês vai cobrar um adicional de 55% e os valores vão se tornar absolutamente inviáveis.
Serão aproximadamente 700 mil toneladas de carne bovina que o Brasil deixarão de embarcar para a China.
Produtores e exportadores brasileiros esperam que o presidente Lula consiga uma nova química com o líder comunista chinês Xi Jinping, assim como houve com Donald Trump.
Afinal, o coice do boi chinês foi bem maior que o do boi americano contra o pecuarista do Brasil.
Valdir Barbosa
Itatiaia Agro





