• Quarta-feira, 25 de março de 2026

Senador é autuado por dirigir sem placas e com giroflex em SP

Segundo a polícia, Alexandre Luiz Giordano tentou fugir de abordagem policial e quase atropelou um agente na zona norte da capital paulista

A Polícia Militar do Estado de São Paulo autuou o senador Alexandre Luiz Giordano (Podemos-SP) na manhã de segunda-feira (23.mar.2026), após uma abordagem no bairro de Santana, zona norte da capital paulista. Segundo o registro policial, ele dirigia um Land Rover sem placas, com a CNH vencida e luzes estroboscópicas semelhantes a giroflex.

A abordagem ocorreu por volta das 8h, na alameda Afonso Schmidt. Os policiais identificaram o veículo trafegando sem emplacamento e com as luzes ligadas. De acordo com o relatório da ocorrência, o senador tentou fugir antes de ser parado.

Giordano se recusou inicialmente a sair do carro e se identificou como “federal”. Depois, afirmou ser “senador da República”. Ao perceber que as câmeras corporais dos policiais estavam gravando, passou a ameaçar os agentes e disse que falaria com Henguel Ricardo Pereira, secretário-executivo da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, segundo a Folha de S.Paulo.

Os policiais informaram que o senador entrou novamente no veículo e tentou fugir. Durante a manobra, subiu na calçada e quase atropelou um agente que estava à frente do carro. A equipe acionou reforço e conseguiu abordá-lo algumas quadras depois, no cruzamento da rua Doutor César com a avenida Braz Leme.

Giordano foi autuado por conduzir veículo sem placas, dirigir com a CNH vencida e usar indevidamente luzes estroboscópicas. Ele e o carro foram liberados após a autuação.

O senador assumiu o mandato após a morte de Major Olímpio (PSL-SP), em 2021.

O Poder360 procurou a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo e a defesa de Alexandre Luiz Giordano, por e-mail e WhatsApp, nesta quarta-feira (25.mar.2026), para solicitar um posicionamento sobre o caso. Até o fechamento desta reportagem, não houve resposta. O texto será atualizado caso uma manifestação seja enviada.

Por: Poder360

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