A Seara, empresa criada em Santa Catarina e hoje uma das maiores marcas de alimentos do país, projeta movimentar cerca de R$ 98 milhões durante a Copa do Mundo de 2026 com sua nova estratégia para a categoria churrasco. O valor representa o cálculo sobre a estimativa da companhia de arrecadar 40% a mais do que no Mundial de 2022, quando faturou cerca de R$ 70 milhões.
A iniciativa integra um plano mais amplo da JBS, dona da Seara, que também envolve a marca Maturatta Friboi, conforme a Folha de S.Paulo. A empresa estima que o consumo de carne aumente cerca de 10% durante o Mundial de 2026, acompanhando uma tendência observada em edições anteriores do torneio.
A Seara quer se posicionar como protagonista do chamado “primeiro tempo” do churrasco, momento em que costumam ser consumidos aperitivos, linguiças, frango e acompanhamentos antes da carne principal.
Para isso, lançou produtos como a Linguiça com Queijo Coalho, a salsicha bovina American Grill, mini-hambúrgueres para churrasqueira, coração de frango congelado individualmente e a Pasta de Alho, desenvolvida para acompanhar carnes e pães.
Além disso, apostou em uma campanha publicitária com os narradores Galvão Bueno e Arnaldo Cezar Coelho. A promoção busca reforçar o conceito de que “churrasco que é churrasco começa com Seara”.
Fundada em 1956, no município de Seara, no Oeste catarinense, a empresa que deu origem à marca tornou-se uma das maiores companhias de alimentos do país. Desde 2013, a Seara integra o grupo JBS e ampliou significativamente sua presença no mercado nacional e internacional.
Atualmente, a marca reúne um portfólio que inlcuiu aves e suínos, pratos prontos, pizzas, frios, margarinas e embutidos. Segundo a companhia, seus produtos chegam a mais de 140 países.





