O novo salário mínimo de R$ 1.621, que começou a ser pago aos trabalhadores em fevereiro, também altera uma série de benefícios previdenciários, assistenciais e trabalhistas vinculados ao piso nacional. (veja como fica cada um abaixo)
Além de impactar diretamente os trabalhadores que recebem o piso, o novo mínimo serve de base para pagamentos como aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), pensões, seguro-desemprego e salário-família.
O reajuste foi oficializado pelo Decreto 12.797/2025 e representa aumento de 6,79%, equivalente a R$ 103. A correção segue a política de valorização do salário mínimo, que considera a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), respeitando o limite do arcabouço fiscal, que permite reajuste de até 2,5% acima da inflação do ano anterior.
De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o reajuste do salário mínimo deve impactar 61,9 milhões de brasileiros e injetar R$ 81,7 bilhões na economia em 2026.
O governo estima impacto combinado de R$ 110 bilhões na economia ao considerar o reajuste do piso e a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda. Em contrapartida, o custo adicional para a Previdência Social deve chegar a R$ 39,1 bilhões.





