A rejeição da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo Senado, na noite de quarta-feira (29), repercutiu na imprensa internacional.
A decisão tem peso histórico, já que há 132 anos a Casa não desaprovava um nome para a Corte, fato ressaltado pelo jornal americano Washington Post, que classificou o resultado como “um golpe político” no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Na mesma linha, o espanhol El País disse que o desejo de "punir o presidente" prevaleceu entre os senadores.
Já o jornal argentino Clarín lembrou que a “severa derrota para Lula” acontece a poucos meses da eleição presidencial.
A agência de notícias Reuters mencionou que a escolha do petista por Messias irritou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que havia pressionado pela indicação do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para substituir Luís Roberto Barroso no Supremo.





