"Vocês têm um cara [Carlo Ancelotti] que irá comandar vocês e que conhece [de futebol]. Portanto, aceitem, dialoguem, conversem", disse Felipão ao jogadores concentrados em Teresópolis (RJ) - Rafael Ribeiro/CBF/Direitos Reservados
Felipão e Ancelotti se tornaram amigos após a temporada 2008/2009, quando o treinador brasileiro deixou o comando técnico do Chelsea e foi sucedido pelo italiano. O gaúcho prestigiou o amigo comparecendo ao evento de apresentação de Ancelotti como técnico da Amarelinha há quase um ano, e também na coletiva da primeira convocação da Amarelinha. “Uma equipe não começa só pelo Carlo, começa por toda a comissão. Esta é a equipe do Brasil. E saibam que um tem que fazer pelo outro e tem que cobrar e aceitar do outro. Aceitar é muito difícil. Vocês têm um cara [Carlo Ancelotti] que irá comandar vocês e que conhece [de futebol]. Portanto, aceitem, dialoguem, conversem. Quero que vocês ganhem, porque quem ganha é o Brasil, somos todos nós. Desejo a vocês tudo de bom e saibam se doar pelo Brasil e pelo outro”, disse Felipão aos jogadores. Após o pentacampeonato com a seleção brasileira, Felipão conduziu Portugal à conquista da Eurocopa de 2004 e permaneceu no comando do time lusitano até 2008. Ele voltou a treinar a Amarelinha em novembro de 2012, e meses depois foi campeão da Copa das Confederações de 2013, no Brasil, torneio que serviu de evento teste para o Mundial um ano depois no país. Felipão também trilhou um carreira vitoriosa em vários clubes, colecionando duas Copas Libertadores - em 1995 com o Grêmio e quatro anos depois com o Palmeiras -, dois Campeonatos Brasileiros (1996 com o Grêmio e em 2018 com o Palmeiras) e quatro Copas do Brasil: com Criciúma (1991), Grêmio (1994), e duas vezes com o Palmeiras (1998 e 2012). Relacionadas
Lesionado, Neymar não joga amistosos e deve perder estreia na Copa
Fluminense avança e Flamengo garante melhor campanha da Libertadores
Nos pênaltis, Inter elimina Grêmio e segue na Copa do Brasil Feminina





