• Sexta-feira, 29 de agosto de 2025

“Não brocha não”, diz Gayer em recado a Bolsonaro

Deputado diz que bolsonarismo se mantém vivo, critica STF e pede ânimo ao ex-presidente em prisão domiciliar.

O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) publicou nesta 6ª feira (29.ago.2025) um vídeo direcionado ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em que pede ânimo e resiliência ao aliado. “Não brocha não, presidente. Bola para frente. Você ensinou o Brasil a lutar”, afirmou.

Na gravação, Gayer relata que foi o único político impedido de visitar Bolsonaro desde que ele passou a cumprir prisão domiciliar em 4 de agosto. Segundo o deputado, a restrição o motivou a gravar um vídeo de incentivo ao ex-mandatário. “Como não posso estar aí, faço esse recado na esperança de que o senhor assista”, declarou.

Assista ao vídeo (9min32):

O congressista comentou também sobre reportagens recentes que informaram que Bolsonaro teria chorado durante visitas e dito que sua “vida já acabou”. Para o deputado, as lágrimas demonstram emoção, mas não devem ser vistas como sinal de derrota. “Você já é meio chorão, presidente, mas isso nunca te impediu de lutar”, afirmou.

Em outro trecho, o deputado acusou o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), de perseguir Bolsonaro e disse que o momento difícil vivido pelo ex-presidente é “a etapa que vem antes da vitória”. Ele comparou Bolsonaro a Donald Trump, Nayib Bukele e Javier Milei, e afirmou que o bolsonarismo segue popular, “do tamanho do lulopetismo”.

Gayer acrescentou que, fora da prisão, seus apoiadores trabalham diariamente pela liberdade do ex-presidente e pela preservação de seu legado político. “Todos os dias nós lutamos para te libertar, para te proteger, para diminuir o seu sofrimento”, disse.

Ao encerrar a mensagem, Gayer disse acreditar no retorno de Bolsonaro ao Palácio do Planalto. “Um dia você vai colocar aquela faixa de novo no peito. Aquela faixa é sua, é só uma questão de tempo”, declarou, pedindo ao ex-presidente que mantenha a fé e não deixe a tristeza dominá-lo.

Por: Poder360

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