Conheça a usina de cana mais antiga do mundo em funcionamento“Os danos se concentram nos primeiros 30 dias após a emergência da lavoura, quando a lagarta consome o colmo internamente. O ataque atinge a gema apical e provoca o sintoma de coração morto ou gera brotações na base da planta, o que reduz o porte do milharal e causa perdas na colheita”, detalha Kagi. window._taboola = window._taboola || []; _taboola.push({mode:'thumbnails-mid', container:'taboola-mid-article-thumbnails', placement:'Mid Article Thumbnails', target_type: 'mix'});A prevenção, segundo o profissional, se baseia no tratamento de sementes para proteger o cultivo contra pragas de solo. O manejo integrado ainda inclui métodos culturais, como a rotação de culturas e a gestão da palhada para evitar a presença de mariposas na área. O uso de variedades transgênicas e a aplicação de tecnologias no sulco de plantio reforçam a proteção da área cultivada desde o início do ciclo. “O monitoramento deve ser constante, principalmente nos primeiros 30 centímetros de altura das plantas, com a possibilidade de pulverizações direcionadas ao colo em horários de temperaturas amenas. A utilização de ferramentas tecnológicas e o emprego correto de defensivos podem assegurar a estabilidade da produção nacional”, finaliza Kagi. Sobre o Sindiveg Há mais de 80 anos, o Sindiveg – Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal atua no Brasil representando o mercado de defensivos agrícolas no País, com suas 22 associadas, e dando voz legalmente à indústria de produtos de defesa vegetal em todo o território nacional. O Sindicato tem como propósito a promoção da produção agrícola de forma consciente, com o uso correto dos defensivos, bem como apoiar o setor no desenvolvimento de pesquisas e estudos científicos, na promoção do uso consciente de defensivos agrícolas, sempre respeitando as leis, a sociedade e o meio ambiente. Mais informações: www.sindiveg.com.br VEJA MAIS:
Manejo de defensivos assegura produtividade do milho contra lagarta-elasmo na Safra 2025/26
Conab estima safra de 138,8 mi de toneladas de milho em 25/26. Veja como combater a lagarta-elasmo e proteger a produtividade com dicas do Sindiveg.
Estimativa da Conab de uma produção de 138,8 milhões de toneladas reforça a relevância de tecnologias de proteção para preservar a oferta do cultivo A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que a produção brasileira de milho alcance 138,8 milhões de toneladas na safra 2025/26. Além do volume produzido, o milho se destaca por seu caráter estratégico para a segurança alimentar, a produção de proteínas animais e a cadeia de biocombustíveis, consolidando seu papel central no agronegócio brasileiro. Nesse contexto, a manutenção dos índices de produtividade no campo demanda um controle rigoroso de ameaças fitossanitárias que comprometem o desenvolvimento das plantas, como é o caso da lagarta-elasmo. Presente em diversas regiões, a praga representa um dos principais perigos para a cultura, principalmente no Cerrado brasileiro. O gerente de Assuntos Regulatórios do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg), Fábio Kagi, salienta que a incidência desse tipo de lagarta ocorre em condições ambientais favoráveis, como temperaturas elevadas e períodos de estiagem. A ausência de chuvas em solos arenosos de fácil drenagem também acelera a proliferação do inseto. Clique aqui para seguir o canal do CompreRural no Whatsapp
Onde a terra está mais valorizada no Brasil e quais municípios lideram as buscas Intoxicação em bovinos: como prevenir o inimigo que mata 14% do gado ℹ️ Conteúdo publicado pela estagiária Ana Gusmão sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira
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Por: Redação





