Governo Lula cria Parque Nacional do Albardão e gera forte impasse econômico no SulCritérios técnicos para a exportação de barbatanas de tubarão-azul Uma das mudanças centrais da instrução normativa é a obrigatoriedade de que os animais sejam desembarcados com as barbatanas naturalmente aderidas ao corpo. Essa estratégia visa eliminar o “finning” — prática ilegal de descartar o corpo do tubarão no mar e manter apenas as barbatanas, que possuem alto valor no mercado asiático. Ao exigir a integridade do animal, o Ibama proíbe exportação de barbatanas de tubarão-azul de forma isolada, facilitando a fiscalização nos portos. window._taboola = window._taboola || []; _taboola.push({mode:'thumbnails-mid', container:'taboola-mid-article-thumbnails', placement:'Mid Article Thumbnails', target_type: 'mix'});Além disso, a norma estabelece que o tubarão-azul não pode mais ser o alvo principal das operações de pesca destinadas ao mercado externo. O texto fixa um limite máximo de captura de 20% por cruzeiro de pesca. Também fica proibida a retenção de fêmeas e de indivíduos jovens, medida essencial para a manutenção do estoque pesqueiro e renovação da espécie. Governança ambiental e controle aduaneiro Segundo João Paulo Capobianco, secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), a iniciativa reforça o papel do Brasil no multilateralismo ambiental. Ele destaca que o país retoma o protagonismo na construção de soluções de consenso para a proteção da biodiversidade. No âmbito operacional, o presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, reforça que o foco é unir rigor técnico e monitoramento para assegurar uma cadeia produtiva rastreável e responsável. Para que as cargas sejam autorizadas, será necessária a apresentação de licenças CITES e a comprovação de origem legal. O fluxo de exportação e importação será restrito a recintos aduaneiros específicos, onde inspeções agendadas e análises laboratoriais poderão ser realizadas. Caso as remessas não cumpram os padrões de conformidade, o regulamento prevê a destruição do material ou a devolução ao país de origem. VEJA MAIS:
Ibama proíbe venda de barbatanas de tubarão-azul para fora do Brasil
Nova instrução normativa do Ibama veta o envio de barbatanas separadas do corpo ao exterior, estabelece limites de captura e exige certificação internacional para a proteção da espécie.
Nova instrução normativa do Ibama veta o envio de barbatanas separadas do corpo ao exterior, estabelece limites de captura e exige certificação internacional para a proteção da espécieEm uma medida que impacta diretamente o comércio pesqueiro internacional, o Ibama proíbe exportação de barbatanas de tubarão-azul separadas do corpo do animal. A decisão, oficializada por meio de uma nova instrução normativa, foi apresentada durante a 15ª Reunião da Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (COP15 da CMS), em Campo Grande (MS). O novo marco regulatório estabelece critérios rigorosos para a comercialização da espécie Prionace glauca, conhecida popularmente como cação-azul. A nova norma atende a compromissos globais firmados pelo Brasil, especialmente após a inclusão da espécie no Anexo II da CITES (Convenção sobre o Comércio Internacional da Flora e da Fauna Selvagens em Perigo de Extinção) em 2023. Com a mudança, o governo brasileiro busca coibir práticas predatórias e garantir que a exploração econômica não comprometa a sobrevivência da espécie nos oceanos. Clique aqui para seguir o canal do CompreRural no Whatsapp
Pernil de ouro: Como a genética do porco ibérico transforma o pasto em iguarias de R$ 30 mil Você sabe onde estão os maiores touros do Brasil depois da fama? ℹ️ Conteúdo publicado pela estagiária Ana Gusmão sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira
Por: Redação





