Ecotrace amplia rastreabilidade e mira acordo União Europeia e Mercosul
Agtech brasileira escala em proteína animal, indústria da moda e algodão, consolida presença em mais de 130 países e reforça uso de blockchain para atender a exigências regulatórias e de exportação; em 2025, empresa rastreou 112 milhões de aves e 39 milhões de bovinos.
Agtech brasileira escala em proteína animal, indústria da moda e algodão, consolida presença em mais de 130 países e reforça uso de blockchain para atender a exigências regulatórias e de exportação; em 2025, empresa rastreou 112 milhões de aves e 39 milhões de bovinos. A Ecotrace, agtech brasileira que faz a rastreabilidade ponta a ponta de commodities com tecnologia baseada em blockchain e estende esse controle trazendo para dentro da indústria Inteligência Artificial (IA), aumentou em cerca de 25% o monitoramento de carcaças bovinas em frigoríficos por meio do uso de IA em 2025. A empresa analisou 16,1 milhões de bovinos em linhas industriais, ante 12,9 milhões registrados em 2024. E no que diz respeito ao uso de IA, a agtech aplicou o recurso em 112 milhões de aves e manteve operações de rastreabilidade junto às indústrias de moda, couro e algodão, com presença em mais de 130 países. Em 2025, além da pecuária e da avicultura, a companhia rastreou 94,6 milhões de peças no segmento de moda, monitorou o couro de 58,2 mil bovinos e manteve a rastreabilidade de mais de 40 milhões de fardos de algodão. Em 2024, a Ecotrace já havia acompanhado mais de 40 milhões de bovinos e 266 milhões de caixas de produtos processados por meio de suas soluções digitais. Clique aqui para seguir o canal do CompreRural no Whatsapp
Conheça uma das grandes matriarcas do Nelore Pintado, a vaca Savana da Café “Ao levar inteligência artificial diretamente para dentro das linhas industriais, conseguimos transformar classificação visual em dados estruturados e acionáveis. Isso permite às empresas ganhar produtividade, padronizar processos e atender a exigências regulatórias cada vez mais complexas, além de gerar transparência da origem ao produto final. Nosso papel é ser a infraestrutura digital que conecta campo, indústria e mercado global”, afirma Flavio Redi, cofundador e CEO da Ecotrace. window._taboola = window._taboola || [];
_taboola.push({mode:'thumbnails-mid', container:'taboola-mid-article-thumbnails', placement:'Mid Article Thumbnails', target_type: 'mix'});O avanço das soluções de rastreabilidade ganha relevância diante do acordo entre Mercosul e União Europeia, que tende a ampliar o fluxo comercial de commodities agrícolas e produtos industrializados nos próximos anos. Com exigências crescentes relacionadas à origem, sustentabilidade e conformidade regulatória, frigoríficos, tradings e marcas passam a demandar sistemas capazes de comprovar, em escala, a trajetória dos produtos do campo ao consumidor, um cenário que posiciona a Ecotrace como infraestrutura digital estratégica para exportadores brasileiros. “O acordo entre o Mercosul e a União Europeia, sem dúvida, vai impactar diretamente o nosso negócio, uma vez que a empresa surge com esse compromisso de rastreabilidade. Será uma oportunidade relevante”, afirma Caroline Minucci, head de Marketing da Ecotrace. Criada em 2018, a startup tem forte atuação na pecuária – 40% da carne exportada pelo País é rastreada pela Ecotrace –, com clientes gigantes do setor da proteína animal, comoFrigol, JBS, SulBeef, Frigosul, Barra Mansa, Minerva, Rio Maria, Astra, BRF, Lar, Avenorte, entre outros. Suas soluções combinam blockchain para rastreabilidade ponta a ponta e visão computacional para classificação automática, padronização industrial e geração de dados auditáveis ao longo das cadeias produtivas. VEJA TAMBÉM: Vendas de máquinas e equipamentos têm queda de 13,6% em fevereiro, diz Abimaq Faesc apoia pesquisa sobre a presença de javalis nas zonas rurais StoneX mantém estimativa para a safra de algodão 2025/26, mas eleva perspectiva para exportação ℹ️ Conteúdo publicado por Myllena Seifarth sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira
Por: Redação





