Em boa fase no Cruzeiro, o bicampeão da Libertadores Gerson explicou o que fez diferença para superar a famosa catimba argentina na vitória celeste contra o Boca Juniors nesta terça-feira (28), no Mineirão, pela competição continental.
Como esperado, a partida teve pouco tempo de bola rolando, muita cera e provocação dos argentinos. Mas, no fim, foi o Boca que teve um jogador expulso. Gerson citou que o Cruzeiro soube se impor e foi mais inteligente nesse quesito.
“Não é cair na pilha. Muitas vezes temos que mostrar aos adversários que também estamos presentes no campo. Não podemos deixar eles dominarem o jogo. Vocês sabem como é a Libertadores. Eles provocaram e a gente também, mas com inteligência, por isso eles perderam um jogador e nós não”, afirmou após o jogo.
O meia destacou a qualidade dos dois times e de como o confronto foi muito físico em campo, outro aspecto em que, para ele, o Cruzeiro se sobressaiu.
“São duas grandes equipes. Jogo físico, onde duelamos o tempo todo e ganhamos bastante. O adversário não finalizou, soubemos jogar a partida o tempo inteiro, desde o 11x11 e depois com um a mais”, disse.
Com a vitória, o Cruzeiro chegou aos mesmos seis pontos do Boca e assumiu a liderança por conta do critério de confronto direto.
Na próxima semana, o time celeste viaja ao Chile para enfrentar a Universidad Católica e tentar recuperar os pontos perdidos em casa para o rival. O duelo aconteceu na quarta-feira (6), às 23h (de Brasília).
Antes, o Cruzeiro terá o clássico contra o Atlético no sábado (2), no Mineirão, para aumentar o embalo no Brasileirão e se distanciar ainda mais da zona de rebaixamento.





