• Segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Exportação de carne bovina atinge recorde em janeiro, aponta Abiec

Em janeiro de 2026, o País embarcou 264 mil toneladas, alta de 26,1% ante igual mês de 2025, enquanto a receita somou US$ 1,404 bilhão, avanço de 40,2% na mesma comparação.

Em janeiro de 2026, o País embarcou 264 mil toneladas, alta de 26,1% ante igual mês de 2025, enquanto a receita somou US$ 1,404 bilhão, avanço de 40,2% na mesma comparação. São Paulo, 9 – As exportações brasileiras de carne bovina registraram o melhor desempenho já apurado para um mês de janeiro, tanto em volume quanto em receita, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). Em janeiro de 2026, o País embarcou 264 mil toneladas, alta de 26,1% ante igual mês de 2025, enquanto a receita somou US$ 1,404 bilhão, avanço de 40,2% na mesma comparação. Na comparação anual, o resultado reflete a ampliação dos embarques e a demanda consistente dos principais mercados importadores. Em janeiro do ano passado, o Brasil havia exportado 209,4 mil toneladas, com receita de US$ 1,002 bilhão.
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    A carne bovina in natura manteve a liderança da pauta exportadora no período, com US$ 1,292 bilhão em receitas, equivalentes a 91,97% do valor total exportado, e volume de 231,8 mil toneladas, ou 87,8% do total embarcado no mês. As carnes industrializadas responderam por US$ 58,5 milhões e 7,9 mil toneladas, enquanto os miúdos somaram US$ 37,3 milhões e 16,9 mil toneladas. Gorduras, tripas e produtos salgados também integraram a pauta exportadora. window._taboola = window._taboola || []; _taboola.push({mode:'thumbnails-mid', container:'taboola-mid-article-thumbnails', placement:'Mid Article Thumbnails', target_type: 'mix'});A China permaneceu como principal destino da carne bovina brasileira em janeiro, com compras de US$ 657,2 milhões e 123,2 mil toneladas, o equivalente a 46,8% da receita e 46,6% do volume total exportado. Em relação a janeiro de 2025, quando o país asiático importou 91,2 mil toneladas, houve crescimento aproximado de 35% nos embarques. Os Estados Unidos ocuparam a segunda posição, com aquisições de US$ 193,7 milhões e 29,9 mil toneladas, aumento de cerca de 63% frente às 16,5 mil toneladas importadas no mesmo mês do ano passado. Juntos, China e Estados Unidos responderam por cerca de 60% do valor total exportado no período. Também figuraram entre os principais destinos os Emirados Árabes Unidos (US$ 38,9 milhões e 7,4 mil toneladas), Egito (US$ 35,7 milhões e 8,7 mil toneladas), Rússia (US$ 33 milhões e 7,8 mil toneladas), Hong Kong (US$ 32,3 milhões e 8 mil toneladas), Arábia Saudita (US$ 30,6 milhões e 5,7 mil toneladas) e Israel (US$ 25,1 milhões e 3,7 mil toneladas). Outros mercados apresentaram crescimento expressivo no volume importado em janeiro, como Vietnã (+41%), Peru (+41%) e Filipinas (+159%), além de países da África e do Oriente Médio, reforçando a diversificação dos destinos da proteína brasileira.
    Por: Redação

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