O dólar comercial fechou aos R$ 5,157, com queda de 0,43% nesta 4ª feira (1º.abr.2026). A moeda norte-americana atingiu R$ 5,148, na mínima e R$ 5,177 na máxima. O Ibovespa, principal índice da B3 (Bolsa de Valores de São Paulo), encerrou o dia com alta de 0,26%, aos pontos.
Os ativos globais passaram por uma sessão de alívio, enquanto investidores seguem monitorando o conflito entre Estados Unidos e Irã. A tensão no Oriente Médio não se dissipou totalmente, mas sinais de trégua no Oriente Médio enfraqueceram o dólar e trouxeram apetite ao risco aos investidores.

O DXY –indicador que mede a força do dólar contra uma cesta de seis moedas de mercados desenvolvidos– recuava 0,29%, às 17h20.
No mesmo horário, o petróleo Brent operava nos US$ 100,79 com recuo de 3,63%. A Petrobras (PETR4) recuou 2,67% e terminou em R$ 47,17 com a queda da commodity, apesar do reajuste de 56% do querosene de aviação. Entretanto, as ações do setor financeiro contribuíram do lado positivo Itausa (ITSA4) subiu 1,43%, aos R$ 14,18 e Bradesco (BBDC4) avançou 1,36%, aos R$ 19,43. Ambos papéis ficaram entre os mais negociados.
Nos Estados Unidos, dados de atividade e emprego contribuíram para o bom-humor dos investidores. O PMI (Índice de Gerente de Compras) subiu de 52,4 em fevereiro para 52,7 em março, segundo o ISM (Institute for Supply Management), o Instituto de Gestão e Oferta dos EUA.
Já o ADP –indicador do setor privado americano– apontou a criação de 62 mil vagas, número superior ao esperado pelo mercado.
Os dados ajudaram a afastar temores de desaceleração econômica enquanto crescem os riscos inflacionários com a guerra no Oriente Médio e o Fed (Federal Reserve), o banco central dos EUA, adota tom cauteloso sobre os juros.
Confira como os principais índices fecharam nos EUA:





