O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) saiu em defesa do irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e criticou o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), pré-candidato à Presidência da República.
Em uma publicação nas redes sociais nesta quarta-feira (13), Eduardo afirmou que Zema “sequer ouviu o outro lado” antes de fazer acusações.
O mineiro publicou um vídeo logo após a divulgação, pelo portal The Intercept Brasil, de áudios e mensagens trocados entre Flávio Bolsonaro e o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, que está preso na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília.
No conteúdo divulgado, o senador cobra recursos para o financiamento do filme Dark Horse, que conta a história de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A informação divulgada é que teria sido negociado um repasse de US$ 24 milhões (cerca de R$ 134 milhões), diretamente com Vorcaro.
Zema, que chegou a ser cotado para ser vice-presidente em uma eventual chapa com Flávio, disse que a atitude do senador é “imperdoável” e que representa “um tapa na cara dos brasileiros de bem”.
Flávio não negou as conversas com o banqueiro, mas afirmou que não ofereceu nenhuma vantagem em troca do financiamento do longa-metragem.
Eduardo, que está fora do Brasil e já coleciona desavenças em Minas Gerais, acusou Zema — a quem ironizou como “potencial vice” — de se aproveitar da situação para fazer uma “acusação sem fundamentos”.
“Não houve desvio de dinheiro, Lei Rouanet ou recursos públicos. Não seja tão baixo, tão vil, Romeu Zema”, escreveu.





