O dólar comercial fechou nesta 2ª feira (5.jan.2026) a R$ 5,405. A queda é de 0,34%. Já o Ibovespa, principal índice da B3, foi aos 162.040,09 pontos às 17h57, o que representa uma alta de 0,94%.
Os investidores acompanham os desdobramentos do ataque dos EUA à Venezuela. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), ordenou um ataque contra o país caribenho no sábado (3.jan), que resultou na captura do líder venezuelano, Nicolás Maduro (PSUV, esquerda) e sua mulher, Cilia Flores.
Leia a trajetória diária do dólar comercial:

Trump disse que as empresas norte-americanas irão explorar o petróleo venezuelano. O presidente dos EUA afirmou que o “regime socialista” venezuelano “roubou” a indústria de petróleo dos EUA “com violência”. E completou: “Foi tirado de nós como se fôssemos bebês, e não fizemos nada. Eu teria feito algo”.
O vice-presidente dos EUA, JD Vance (Partido Republicano), declarou que uma “potência” não deve permitir que seu petróleo seja “roubado” por “comunistas”.
Nesta 2ª feira (5.jan), Maduro se declarou inocente de todas as acusações contra ele em sua 1ª audiência em um tribunal em Nova York (EUA). Cilia Flores também declarou inocência.
A audiência foi de caráter protocolar, destinada principalmente à leitura das acusações e à formalização do processo judicial. Nessa etapa inicial, não se discute o mérito das alegações, somente se estabelecem procedimentos legais e se definem próximas datas do caso. A próxima sessão está marcada para 17 de março.
Maduro enfrenta acusações por:
Eis a íntegra (PDF – 557 kB, em inglês) da acusação emitida pelo Departamento de Justiça dos EUA.
A cotação futura do barril do petróleo tipo brent (março de 2026) subia 1,78%, a US$ 61,83, às 17h57. Já o preço do barril tipo WTI referente a fevereiro de 2026 atingia US$ 58,35 (alta de 1,80%).
As ações das petroleiras norte-americanas também registravam alta no mesmo horário, na Bolsa de Valores de Nova York. A exceção era a Oxy (Occidental Petroleum).
Eis abaixo:
O Boletim Focus elevou nesta 2ª feira (5.jan) de 4,05% para 4,06% a estimativa para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) em 2026. Caso a projeção se concretize, a taxa ficaria abaixo do teto (4,5%) da meta de inflação.
O informativo é divulgado semanalmente pelo Banco Central com base em projeções de mais de 100 instituições do mercado financeiro. O relatório resume as expectativas para indicadores como inflação, câmbio, juros e crescimento da economia.





