A Caixa Econômica Federal liberou, nessa segunda-feira (27), um novo lote de pagamentos do dinheiro esquecido por trabalhadores em contas do antigo fundo do dos programas de Integração Social (PIS) e Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). O benefício tem gerado dúvidas sobre quem tem direito, como sacar e os prazos definidos.
Para esclarecer as questões, a Itatiaia conversou com o advogado trabalhista Cleber Alves de Carvalho. Segundo o especialista, podem sacar o benefício do governo os trabalhadores que atuaram com carteira assinada entre 1971 e 1988, ou que foram servidores durante o período.
Podem realizar o saque os trabalhadores que fizeram a solicitação de resgate até o dia 31 de março. O saldo médio é de R$ 2,8 mil por beneficiário, mas o montante varia de acordo com o tempo trabalhado e o salário recebido na época em que o extinto fundo ainda estava vigente.
Segundo o advogado, com o acesso a internet, o processo de saque dos recursos ficaram simples. “Existe um site que é o Repis Cidadão, o primeiro meio oficial de se cadastrar para sacar esse dinheiro. Também pode ser feito pelo aplicativo do FGTS e agências da Caixa. Esses locais são meios, formas de poder ter acesso a esse dinheiro”, disse.
Para consultar os valores esquecidos basta acessar o site do Repis cidadão;
Clique em “entrar com gov.br”;
Faça login com CPF e senha, e clique em autorizar;
Informe o Número de Identificação Social (NIS), o mesmo do PIS;
Clique em “pesquisar”.
Ainda de acordo com Cleber de Carvalho, o benefício segue uma agenda máxima até o dia 28 de setembro. “A partir desse tempo, quem acessou, acessou. Quem sacou, sacou, e quem não tiver sacado, o dinheiro vai voltar para os cofres públicos”, emendou.
Ele ressalta que os trabalhadores perdem o direito de fazer o saque até o prazo limite. “Começou essa semana o pagamento desse benefício no dia 27 e o limite máximo desse benefício vai ser setembro de 2028. Quem até lá não tiver acessado esse direito, infelizmente não vai ter mais direito, vai voltar o dinheiro para o governo”, completou.





