Decisão do Ibama pode restringir produção do pirarucu na piscicultura
Em estados como MS, a medida ganha relevância porque o território está dentro de bacias onde a espécie passa a ser considerada invasora, como a dos rios Paraguai e Paraná.
Em estados como MS, a medida ganha relevância porque o território está dentro de bacias onde a espécie passa a ser considerada invasora, como a dos rios Paraguai e Paraná. O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) publicou nesta quinta-feira (19) a Instrução Normativa nº 7/2026, que classifica o pirarucu como espécie exótica invasora quando estiver fora da sua área natural, a Bacia Amazônica. A mudança permite, por exemplo, a pesca e o abate do peixe sem limite de cota nessas regiões, como forma de conter impactos ambientais. Isso ocorre porque o pirarucu é um predador de topo de cadeia e pode ameaçar espécies nativas em outros biomas, como no Pantanal e em bacias do Centro-Oeste. Clique aqui para seguir o canal do CompreRural no Whatsapp
El Niño vem aí: Risco de temporais e aumento de enchentes no Sul do Brasil, são alertas para região Na prática, a decisão pode atingir diretamente a piscicultura, pois a nova classificação cria restrições e aumenta a insegurança jurídica para produtores que cultivam a espécie fora da Amazônia, afetando investimentos, planejamento e expansão da atividade. window._taboola = window._taboola || [];
_taboola.push({mode:'thumbnails-mid', container:'taboola-mid-article-thumbnails', placement:'Mid Article Thumbnails', target_type: 'mix'});O pirarucu é considerado uma das espécies mais promissoras da aquicultura nacional, com alto valor de mercado e potencial de geração de renda. Por isso, entidades do setor reagiram à medida e cobram revisão da norma, além de maior diálogo com o governo. Outro ponto de preocupação é a mudança no direcionamento das políticas públicas. Nos últimos anos, o cultivo do pirarucu vinha sendo incentivado em diferentes estados, inclusive fora da Amazônia, o que agora entra em conflito com a nova regra ambiental. Em estados como MS, a medida ganha relevância porque o território está dentro de bacias onde a espécie passa a ser considerada invasora, como a dos rios Paraguai e Paraná. A normativa já está em vigor e deverá passar por revisão em até três anos. Fonte: Midiamix
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Por: Redação





