CNA: cigarrinha-do-milho causou prejuízo de US$ 25,8 bi entre safras
Os dados consideraram levantamentos realizados em 34 municípios representativos das principais regiões produtoras do País.
Os dados consideraram levantamentos realizados em 34 municípios representativos das principais regiões produtoras do País. São Paulo, 30 – A presença da cigarrinha-do-milho nas lavouras gerou perdas de US$ 25,8 bilhões na economia brasileira entre as safras de 2020/21 e 2023/24, mostra levantamento feito pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri). Em nota, a CNA afirma que o impacto do inseto representou queda de 22,7% no volume colhido, o que correspondeu a 31,8 milhões de toneladas anuais. Os dados consideraram levantamentos realizados em 34 municípios representativos das principais regiões produtoras do País. Clique aqui para seguir o canal do CompreRural no Whatsapp
Mortalidade súbita no rebanho A análise aponta que 79,4% das localidades monitoradas registraram redução de rendimento em função da praga e do complexo de enfezamentos transmitido pelo inseto. Além do impacto na colheita, o custo médio para aplicação de defensivos voltados ao controle do vetor subiu 19% no intervalo avaliado, atingindo valores superiores a US$ 9 por hectare. window._taboola = window._taboola || [];
_taboola.push({mode:'thumbnails-mid', container:'taboola-mid-article-thumbnails', placement:'Mid Article Thumbnails', target_type: 'mix'});Em cenários de alta infestação e utilização de sementes sem resistência, o comprometimento da lavoura pode chegar à totalidade da produção, segundo estudo. “A cigarrinha deixou de ser um problema localizado e passou a representar um risco sistêmico para a produção de milho no País. Estamos falando de perdas que impactam diretamente a renda do produtor, a estabilidade produtiva e a competitividade do Brasil”, explica o assessor técnico da CNA, Tiago Pereira, na nota.
Por: Redação





